
Um dia, porém, Deus veio sobre essa congregação. Ele tocou no co-ração de um grupo de pessoas, cerca de 20, as quais foram ao templo para passarem um dia de oração e jejum. Foi uma reunião normal, na qual nem todos oraram. O ambiente parecia pesado demais para orarem com fervor. Não havia jeito para o fervor. Nisto, uma mulher saiu de seu lugar; veio correndo até onde estava o pastor. Ela estava aflita. “Pastor, ajuda-me! Eu não sei o que eu tenho e estou me sentindo mal! Sinto-me pecadora! Oh! Meus pecados! Meus pecados!” A isto seguiu-se uma confissão de várias coisas que haviam pesado sobre o seu coração. As lágrimas corriam sobre as faces. Deus a estava quebrantando.
Não demorou muito para que o restante dos irmãos levantasse suas vozes em fortes orações, pedindo a Deus misericórdia e perdão. Vidas foram postas em ordem, contendas foram desfeitas e todos resolveram fazer um novo começo com Deus, consagrando-Lhe as suas vidas.
Como resultado, toda a igreja recebeu um poderoso impulso. Houve grande transformação. Todos passaram a orar. Todos passaram a trabalhar. Todos se envolveram com os ensinos da Palavra de Deus. E aquela igreja partiu para a realização de uma nova etapa.
O exemplo ficou. Até quando coxearemos entre dois pensamentos? Que sejam feitas decisões! Que haja consagrações! Mas tudo isso tem um princípio: o coração de cada irmão.
(Revista Boas Novas, Porto Alegre, RS)
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