11/01/2010

PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO

Numa certa congregação aconteceu um impressionante fato que veio servir de exemplo às demais igrejas. Os membros daquela pequena igreja eram do tipo das pessoas que cumprem com os seus deveres levianamente. Compareciam aos cultos quando desejavam. Uns amavam o pastor, outros não. Sempre criando sérios problemas. Tinham seus erros e pecados, e com eles estavam acostumados. Havia brigas entre eles, contendas e murmurações. O pastor se esforçava pregando, para que arrumassem a vida espiritual e se colocassem no altar do temor, no ser-viço de uma causa justa. Parecia inútil convidá-los para o culto de oração. Alguns concordavam que alguma coisa tinha que ser feita. Outros esperavam pelo pastor que, ao transformar-se num super-homem, resolvesse o problema de todos. Ninguém queria mudar as suas próprias atitudes.
Um dia, porém, Deus veio sobre essa congregação. Ele tocou no co-ração de um grupo de pessoas, cerca de 20, as quais foram ao templo para passarem um dia de oração e jejum. Foi uma reunião normal, na qual nem todos oraram. O ambiente parecia pesado demais para orarem com fervor. Não havia jeito para o fervor. Nisto, uma mulher saiu de seu lugar; veio correndo até onde estava o pastor. Ela estava aflita. “Pastor, ajuda-me! Eu não sei o que eu tenho e estou me sentindo mal! Sinto-me pecadora! Oh! Meus pecados! Meus pecados!” A isto seguiu-se uma confissão de várias coisas que haviam pesado sobre o seu coração. As lágrimas corriam sobre as faces. Deus a estava quebrantando.
Não demorou muito para que o restante dos irmãos levantasse suas vozes em fortes orações, pedindo a Deus misericórdia e perdão. Vidas foram postas em ordem, contendas foram desfeitas e todos resolveram fazer um novo começo com Deus, consagrando-Lhe as suas vidas.
Como resultado, toda a igreja recebeu um poderoso impulso. Houve grande transformação. Todos passaram a orar. Todos passaram a trabalhar. Todos se envolveram com os ensinos da Palavra de Deus. E aquela igreja partiu para a realização de uma nova etapa.
O exemplo ficou. Até quando coxearemos entre dois pensamentos? Que sejam feitas decisões! Que haja consagrações! Mas tudo isso tem um princípio: o coração de cada irmão.
(Revista Boas Novas, Porto Alegre, RS)

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