Um jovem poeta, comovido com a criação, após dois mil anos, do primeiro assentamento judaico em Eretz Israel (a Terra de Israel), escreveu um poema em hebraico. Quando um fazendeiro de Rishon LeZion o ouviu, emocionou-se e compôs a melodia. A canção se tornou o hino nacional de Israel, Hatikva – A Esperança.
Suas palavras calam fundo na alma judaica. Falam da esperança imortal do povo judeu ao longo dos anos de exílio, do acalentado sonho de um dia retornar, soberano e independente, à sua terra ancestral.
Hatikva é um hino relativamente curto. Na realidade, é composto de apenas duas estrofes. A letra foi tirada do primeiro verso e da rima do poema “Tikvatenu” (“Nossa Esperança”), escrito por Naftali Herz Imber. Este o compôs, com apenas 22 anos, por volta de 1878. A fundação, naquele ano, de Petach Tikva (em hebraico, Portal da Esperança), o primeiro assentamento judaico em Israel, emocionou-o profundamente e, influenciado por um capítulo do profeta Ezequiel, escreveu as palavras que refletem a lembrança, a dor e, principalmente, a esperança de um futuro para o povo judeu.
Hatikva fala dos anseios dos judeus de um dia retornar à terra de seus antepassados – Eretz Israel. Expulso de sua terra no ano 70 d.C. pelo exército romano de Tito, que também destruiu o Templo de Jerusalém, o povo judeu jamais deixou de reverenciar e lembrar a terra que Deus prometera a seus ancestrais. Durante os dois mil anos de exílio, o desejo de retornar nunca deixou o coração judaico. Todos os dias, ele lembra de Sião nas preces e se volta de corpo e alma para Jerusalém, “o Oriente”. As suas comemorações religiosas são estipuladas de acordo com o calendário e as estações do ano em Israel. Essa é a essência da mensagem da primeira estrofe do Hatikva, pois “Sião” é o outro nome atribuído a Jerusalém e Israel.
Mesmo durante os longos anos em que Eretz Israel esteve nas mãos de povos estrangeiros e os judeus viveram sob seu domínio, a esperança de independência e o anseio por liberdade jamais feneceram. Esse é o tema da segunda estrofe do hino, que canta o desejo do povo judeu, de geração em geração – espalhado pelo mundo ou oprimido na terra de seus ancestrais.
A origem do hino Hatikva é tema de debate entre estudiosos. Originalmente foi vinculado à “Sinfonia Boêmia”, do compositor checo Bedrich Smetana (1824-1884). Porém, Zwi Mayerowitch, músico e estudioso da liturgia judaica, afirma que a música foi composta pelo sefaradita Henry Busato, ou Russoto. Ele teria se inspirado na melodia usada em certas sinagogas do rito sefaradi, quando se entoa o Salmo 117, durante o Halel.
Mayerowitch afirmou que a música foi publicada em 1857, vinte anos antes que Smetana compusesse a “Sinfonia Boêmia”. A composição apareceu na obra “Melodias antigas para a liturgia dos judeus espanhóis e portugueses: Harmonizadas por Emanuel Aguilar”.
Durante o 8º Congresso Sionista, em 1907, o hino foi cantado pelos participantes em uma manifestação espontânea, mas precisou enfrentar uma disputa acirrada com outras obras, como, por exemplo, Sham Makom Arozim, que possuía um “fã-clube” maior. Hatikva foi oficialmente adotado como hino do Movimento Sionista, juntamente com a bandeira azul e branca, apenas durante o 18º Congresso Sionista, em 1933.
Com o passar do tempo, algumas das palavras originais foram alteradas; mas, indubitavelmente, o texto carregado de emoção e a melodia suave haviam conquistado o coração das massas judias. Em 1945, Hatikva, o Canto da Esperança, foi entoado cinco dias após a libertação dos sobreviventes do campo de concentração de Bergen-Belsen, quando celebravam o primeiro shabat novamente como homens livres.
Hatikva foi adotada de forma oficiosa como Hino Nacional em 1948, cantado a plenos pulmões por uma multidão, durante a cerimônia de assinatura da Declaração de Independência do Estado de Israel. Já tinha a letra atual e foi executada pela Orquestra Filarmônica de Israel. A oficialização, no entanto, veio em novembro de 2004, com a confirmação pelo Knesset, o Parlamento israelense.
Hatikva é único hino, no mundo, que é cantado por um número maior de pessoas na Diáspora (Dispersão), do que em seu próprio solo. É também o único que, em geral, é entoado por pessoas cujo idioma nativo não é o do hino. Ao cantar Hatikva, na Diáspora ou em Israel, os judeus não estão apenas entoando uma linda melodia ou cumprindo um dever cívico. Eles estão, de fato, renovando a promessa de jamais esquecer o sonho de independência e reafirmando que sempre farão o impossível para ajudar o Estado de Israel a prosperar e conquistar o seu lugar no palco das nações. Estão confirmando e reconfirmando, vez após vez, a centralidade de Medinat Israel na vida dos judeus e unindo os dispersos do povo com o Estado de Israel. (extraído de www.morasha.com.br - http://www.beth-shalom.br)
Bibliografia:
– “The Man Behind Hatikvah ”, publicado no livro The Jewish People Almanac, compilado por David C Gross.
– http://www.jewishvirtuallibrary.org.
Assista a um slideshow com a música Hatikva numa versão instrumental, por André Paganeli »
http://www.beth-shalom.com.br/videos/hat.html
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, novembro de 2007.
http://www.chamada.com.br/
17/09/2012
15/08/2012
O MELHOR SIGNIFICADO DA PAZ
"O mundo atual assemelha-se a um circo, é divertido, as vezes assusta, e para ser feliz é preciso ser um bom malabarista." Marcio Kühne
CERTA vez um professor lançou um concurso numa renomada universidade de artes plásticas dando a um grupo de alunos a seguinte tarefa: Fazer algum trabalho de arte que expressasse o melhor significado da paz. Lançado o desafio, cada aluno buscou em alguma forma de arte algo que pudesse descrever esse estado de espírito, tanto na natureza, como nas formas e cores de suas obras de arte.
Passado algum tempo, chegou o grande dia da apresentação para a plateia inteira da universidade. Curiosamente um aluno trouxe um vídeo que se tornou o grande vencedor do concurso. Durante algumas semanas esse aluno acompanhou um casal de pássaros construírem um ninho e chocar seus filhotes, num lugar que seria a última opção para um ser humano imaginar que se encontraria paz para um tão delicado e harmonioso trabalho. O lugar escolhido pelo casal de pássaros era embaixo de uma queda dágua muito forte e turbulenta, ventos e pingos da cachoeira balançavam o pequeno ninho de um lado para o outro tirando a aparente paz necessária do determinado casal.
Passaram-se algumas semanas, e as imagens gravadas registraram todo o difícil e delicado trabalho daqueles dois pássaros, mas, enfim, ao amanhecer de um lindo dia de sol, pela primeira vez as imagens registram dois pequenos filhotes que barulhentos que haviam nascido, e os ventos e pingos daquela água fria não tiraram a paz do feliz casal.
Paz em meio à turbulência! O ambiente era o mais impróprio para tentar descrever a paz, mas acontece que a paz não estava na condição do inóspito lugar e sim na convivência daqueles dois passarinhos com toda condição contrária. Uma valiosa lição para todos nós.
---
Em 21 anos, Marcio Kühne já palestrou para mais de 540 mil pessoas em mais de 120 cidades.
Palestras Motivacionais em Congressos Empresariais, Educacionais, Semanas Acadêmicas, Convenções de CDL, Sindicatos e Associações Comerciais.
www.marciokuhne.com.br
CERTA vez um professor lançou um concurso numa renomada universidade de artes plásticas dando a um grupo de alunos a seguinte tarefa: Fazer algum trabalho de arte que expressasse o melhor significado da paz. Lançado o desafio, cada aluno buscou em alguma forma de arte algo que pudesse descrever esse estado de espírito, tanto na natureza, como nas formas e cores de suas obras de arte.
Passado algum tempo, chegou o grande dia da apresentação para a plateia inteira da universidade. Curiosamente um aluno trouxe um vídeo que se tornou o grande vencedor do concurso. Durante algumas semanas esse aluno acompanhou um casal de pássaros construírem um ninho e chocar seus filhotes, num lugar que seria a última opção para um ser humano imaginar que se encontraria paz para um tão delicado e harmonioso trabalho. O lugar escolhido pelo casal de pássaros era embaixo de uma queda dágua muito forte e turbulenta, ventos e pingos da cachoeira balançavam o pequeno ninho de um lado para o outro tirando a aparente paz necessária do determinado casal.
Passaram-se algumas semanas, e as imagens gravadas registraram todo o difícil e delicado trabalho daqueles dois pássaros, mas, enfim, ao amanhecer de um lindo dia de sol, pela primeira vez as imagens registram dois pequenos filhotes que barulhentos que haviam nascido, e os ventos e pingos daquela água fria não tiraram a paz do feliz casal.
Paz em meio à turbulência! O ambiente era o mais impróprio para tentar descrever a paz, mas acontece que a paz não estava na condição do inóspito lugar e sim na convivência daqueles dois passarinhos com toda condição contrária. Uma valiosa lição para todos nós.
---
Em 21 anos, Marcio Kühne já palestrou para mais de 540 mil pessoas em mais de 120 cidades.
Palestras Motivacionais em Congressos Empresariais, Educacionais, Semanas Acadêmicas, Convenções de CDL, Sindicatos e Associações Comerciais.
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03/08/2012
OS PESCADORES
Ora, aconteceu que existia um grupo de pessoas que se chamava "Os Pescadores". Eles organizaram um clube. E eis que havia um grande número de peixes nos rios da região.
Mês após mês e ano após ano, esses pescadores se reuniam em seu clube para falar acerca da vocação para pescar. Falavam também da abundância de peixes e da metodologia apropriada para pescar.
Faziam também contínuas pesquisas em busca de novos e melhores modos de pescar. Patrocinavam dispendiosas conferências e congressos para discutir a arte de pescar, para promover a pesca e para debater o tema da pescaria.
Grandes centros foram criados e cursos eram oferecidos a respeito das necessidades dos peixes, a cultura dos peixes e onde encontrar peixes.
Os que ensinavam nesses cursos tinham doutorados em Peixologia, mas tinham pouca experiência em matéria de pescar peixes. Eles somente ensinavam aos outros como pescar com técnica.
E aqueles que eram enviados para pescar faziam exatamente o mesmo que faziam os que os tinham enviado. Organizavam mais clubes.
Analisavam o peixe e discutiam o que era necessário para apanhar peixes. Mas uma coisa eles não faziam: Pescar.
(www.sfnet.com.br/~central/)
Mês após mês e ano após ano, esses pescadores se reuniam em seu clube para falar acerca da vocação para pescar. Falavam também da abundância de peixes e da metodologia apropriada para pescar.
Faziam também contínuas pesquisas em busca de novos e melhores modos de pescar. Patrocinavam dispendiosas conferências e congressos para discutir a arte de pescar, para promover a pesca e para debater o tema da pescaria.
Grandes centros foram criados e cursos eram oferecidos a respeito das necessidades dos peixes, a cultura dos peixes e onde encontrar peixes.
Os que ensinavam nesses cursos tinham doutorados em Peixologia, mas tinham pouca experiência em matéria de pescar peixes. Eles somente ensinavam aos outros como pescar com técnica.
E aqueles que eram enviados para pescar faziam exatamente o mesmo que faziam os que os tinham enviado. Organizavam mais clubes.
Analisavam o peixe e discutiam o que era necessário para apanhar peixes. Mas uma coisa eles não faziam: Pescar.
(www.sfnet.com.br/~central/)
24/07/2012
O FILÓSOFO E A CRIANÇA
O filósofo Sintenis imaginou que, se o homem não recebesse instrução religiosa, não teria idéia da divindade e que, coisa enfadonha, passaria a vida sôbre a terra sem ter idéia de um Deus Criador.
Então procurou uma linda criança, apenas sabendo balbuciar seu nome, e que, por conseqüência, jamais ouvira falar de Deus. Uma vez na posse do objeto de seus desejos, afastou-a de todo o mundo, deu-lhe um palácio e um jardim cheio de encantadores prados, fora dos quais não poderia pôr os pés. Velou com cuidado que nenhuma pessoa lhe viesse falar de Deus; tirou tôdas as imagens, tôdas as estátuas, todos os livros que pudessem entranhar esta idéia nela. Em uma palavra, de sua casa de campo, fêz um deserto.
A criança só teve então por mestre a natureza. Mais tarde, o filósofo Sintenis constituiu-se seu professor e intérprete da natureza. Esta educação seguiu-se, durante muitos anos, sem nenhum perigo. À medida que a criança crescia, sua inteligência robustecia; mas ela jamais ouviu falar de Deus, e isto fazia a alegria de seu mestre. Logo, dizia consigo mesmo, eu poderia apresentar, à Academia de Paris, um jovem que jamais imaginou que houvesse um Deus.
Um dia, muito cedo, logo que o sol principiou a clarear o céu, o filósofo fazia um passeio solitário no bosque que, e viu, de repente, o jovem descer ao jardim. “Aonde irá com tanta pressa? Por que sai êle a esta hora matinal?", dizia consigo mesmo. E, escondido por trás das árvores do bosque, seguiu com a vista e viu-o subir a uma elevação que dominava um lago no cristal do qual se refletiam todos os resplendores do sol nascente.
Era a hora do despertar das aves, era o momento em que, alegremente e batendo asas, elas saudavam a volta do sol com seus cantos harmoniosos. Era o momento em que as flores cravejadas de orvalho e abrindo suas corolas, exalavam para o céu seus mais delicados perfumes.
De joelhos, no meio das flores, com as quais êle rivalizava em beleza, o jovem misturou sua voz harmoniosa aos concertos das aves, e, vendo o sol nascente: "Ó sol! quanto és belo! Êle te fêz esplêndido, o Criador que te enviou ao mundo. Ó sol, vês, por acaso, o Criador de tôdas as coisas? Se o vês, dize-lhe que eu muito o amo, e que muito desejaria conhecê-lo; se o vês, dá-lhe de minha parte um beijo sôbre a sua eterna fronte." Calou-se e, levando a mão aos lábios, enviou-lhe beijos para levar a êste Deus que amava de todo o coração.
Escondido nas árvores, Sintenis tudo ouviu. Comoveu-se quase até às lágrimas, e, tremendo, correu até ao montículo e, abraçando o jovem com transporte, exclamou: "Quem te disse que havia no céu um Criador?" "Quem mo disse? Foi êsse sol, que não podíeis colocar no alto, porque sois muito pequeno para isso. Quem mo disse? Foram estas plantas, que sobem da terra sem que vosso dedo esteja aí para as lançar para fora; foi este coração, que nem vós nem eu fazemos bater dentro do peito”. O jovem, falando, estava encantador. Seu semblante era tão brilhante, que semelhava o mesmo sol.
O filósofo, perante esta linguagem sublime, que estava bem longe de esperar, pôs-se a chorar, bateu com a mão na fronte e exclamou: Ó incrédulos, vós sois uns impostores!"
Afonso Celso
(Quarto Livro de Leitura, 1945 - pagina 13 - 17ª ed - Ed Vozes)
12/07/2012
O PASTOR DAS OVELHAS
Uma senhora idosa, enferma, enfrentava sérias dificuldades financeiras, além de passar por constantes injustiças e ingratidão por parte de alguns familiares, que usufruíam de boa situação sócio-econômica.
A despeito dos percalços, a senhora mantinha uma impassível atitude de serenidade e discrição; semblante risonho, demonstrando uma cativante bondade. Jamais confidenciava ou reclamava, a quem quer que fosse acerca das aflições ou da penúria do seu viver diário.
Membro fiel de uma igreja evangélica, em uma zona rural, procurava ser assídua aos cultos, sendo igual e carinhosamente estimada pelos membros da comunidade.
Certa vez o ministro de sua igreja foi visitá-la, e após a habitual assistência pastoral, com leitura da Bíblia e oração, indagou:
- Diante das inúmeras dificuldades a senhora consegue dormir bem?
- Na verdade não consigo dormir muito bem, respondeu ela com humildade.
- Acho que a irmã fecha os olhos e começa a contar as ovelhas, pulando a cerca, até que o sono chegue!, brincou o ministro.
- Não, disse ela. Apenas fecho os olhos e procuro conversar com o Grande Pastor das Ovelhas!
A. Dudley Dennison Jr.
Revista Círculo de Oração 19 / Abr a Jun, 87 - CPAD
A despeito dos percalços, a senhora mantinha uma impassível atitude de serenidade e discrição; semblante risonho, demonstrando uma cativante bondade. Jamais confidenciava ou reclamava, a quem quer que fosse acerca das aflições ou da penúria do seu viver diário.
Membro fiel de uma igreja evangélica, em uma zona rural, procurava ser assídua aos cultos, sendo igual e carinhosamente estimada pelos membros da comunidade.
Certa vez o ministro de sua igreja foi visitá-la, e após a habitual assistência pastoral, com leitura da Bíblia e oração, indagou:
- Diante das inúmeras dificuldades a senhora consegue dormir bem?
- Na verdade não consigo dormir muito bem, respondeu ela com humildade.
- Acho que a irmã fecha os olhos e começa a contar as ovelhas, pulando a cerca, até que o sono chegue!, brincou o ministro.
- Não, disse ela. Apenas fecho os olhos e procuro conversar com o Grande Pastor das Ovelhas!
A. Dudley Dennison Jr.
Revista Círculo de Oração 19 / Abr a Jun, 87 - CPAD
15/06/2012
O POTE QUEBRADO
Conta-se a história de um trabalhador pobre que ganhava a vida transportando água para os seus vizinhos. Para isto ele usava dois potes, que pendurava nas pontas de uma vara. Um dos potes , contudo, tinha uma pequena rachadura, de maneira que quando o carregador chegava ao lugar onde devia entregar a água, uma grande parte dela se perdera pelo caminho.
Isto durou muito tempo, até que, um dia, o pote rachado ficou tão envergonhado por perder tanta água, que falou ao seu dono: “Sinto-me tão incompetente e tão incapaz por perder tanta água. Estou frustrado e humilhado por não ser como o outro pote e prestar a você um serviço completo. Sempre que você chega ao destino só consigo fornecer metade da água que tinha ao começar a viagem. Sinto-me tão inútil!”.
Ao ouvir estas palavras, o carregador de água disse ao pote rachado: “Infelizmente você tem estado tão preocupado em reter a água, lutando contra o problema da rachadura, que não tem reparado numa coisa maravilhosa que aconteceu durante todo este tempo. Mas venha, que eu lhe mostrarei”.
O carregador de água foi com o pote até a fonte onde apanhava água diariamente, e começou a percorrer lentamente o caminho que fazia todos os dias, mostrando-lhe as belíssimas flores que ficavam à margem do caminho. Finalmente disse-lhe: “Está vendo estas flores? Elas são regadas várias vezes ao dia pela água que vasa da sua rachadura, por isso estão tão bonitas! Se não fosse essa rachadura, não haveria flores à beira da estrada, a alegrar a vida dos que passam por aqui.”
(anônimo)
Isto durou muito tempo, até que, um dia, o pote rachado ficou tão envergonhado por perder tanta água, que falou ao seu dono: “Sinto-me tão incompetente e tão incapaz por perder tanta água. Estou frustrado e humilhado por não ser como o outro pote e prestar a você um serviço completo. Sempre que você chega ao destino só consigo fornecer metade da água que tinha ao começar a viagem. Sinto-me tão inútil!”.
Ao ouvir estas palavras, o carregador de água disse ao pote rachado: “Infelizmente você tem estado tão preocupado em reter a água, lutando contra o problema da rachadura, que não tem reparado numa coisa maravilhosa que aconteceu durante todo este tempo. Mas venha, que eu lhe mostrarei”.
O carregador de água foi com o pote até a fonte onde apanhava água diariamente, e começou a percorrer lentamente o caminho que fazia todos os dias, mostrando-lhe as belíssimas flores que ficavam à margem do caminho. Finalmente disse-lhe: “Está vendo estas flores? Elas são regadas várias vezes ao dia pela água que vasa da sua rachadura, por isso estão tão bonitas! Se não fosse essa rachadura, não haveria flores à beira da estrada, a alegrar a vida dos que passam por aqui.”
(anônimo)
16/05/2012
A ÚLTIMA VIAGEM DE JOHN HARPER
Em 10 de Abril de 1912, John Harper, um conhecido pregador do evangelho da Escócia, começou sua última jornada na terra. Ele embarcou no RMS Titanic em Southampton em direção aos Estados Unidos para pregar o evangelho em Chicago. Para ele e para mais de 1.500 almas, a jornada terminou quando o navio, que havia sido declarado inafundável, afundou depois de colidir com um iceberg a cerca de 400 milhas da costa do Canadá. Muitos daqueles que pereceram naquela terrível manhã de 15 de Abril de 1912 não estavam prontos para morrer pois não tinham se preparado para a eternidade.
Entretanto, John Harper estava pronto para morrer, pois ele era salvo.Sua última perguntaEnquanto o navio começava a afundar, a maioria das pessoas pensou apenas nelas mesmas e em como sobreviveriam, mas John Harper pensou nos outros e na salvação de suas almas. Ele recusou ao menos uma oportunidade de ser resgatado e logo se viu nas águas geladas do oceano Atlântico. Enquanto ele lutava com as águas sombrias que logo levariam sua vida, ele percebeu um colega de viagem se segurando em um pedaço de madeira. Ele fez ao homem a pergunta mais importante na vida, “Você está salvo?” O estranho respondeu, “Não.” Como você teria respondido?
A última mensagem do pregador
John Harper era um conquistador de almas, então com simplicidade e objetividade características dele, respondeu com um trecho da Bíblia, “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo”. (Atos 16:31) Os dois homens se separaram pelas ondas mas se encontraram novamente mais tarde. A mesma pergunta veio dos lábios do pregador que se afogava, “Você está salvo?” De novo o outro homem teve que responder honestamente, “Não.” A mensagem da Bíblia foi repetida, “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.”Seu último convertidoPoucos momentos depois o nobre pregador mergulhou nas águas geladas pela última vez e imediatamente sua alma foi ter com Cristo. John Harper estava no céu. Enquanto isso, em algum lugar naquelas mesmas ondas congelantes seu último contato se tornou seu último convertido, pois o estranho de fato pôs sua confiança no Senhor Jesus Cristo como seu Salvador e sua alma foi salva. Algum tempo depois, ele foi resgatado ao quase se afogar e, chegando ao Canadá, testemunhou da sua conversão.Você está salvo?
Esta simples pergunta decisiva é realmente o ponto chave de toda a pregação do evangelho. Precisa ser dirigida para toda alma na terra. Deve ser respondida individualmente e sua resposta revela onde a sua alma estará depois que vida na terra acaba. A Bíblia ensina que cada um de nós é uma alma a caminho da eternidade. Deus criou o homem à sua própria imagem e cada um é uma alma vivente (Gênesis 2:7) que nunca deixará de existir. Também cada um é uma alma culpada e condenada diante de Deus. A palavra de Deus diz, “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Romanos 5:12) O Senhor Jesus Cristo ensinou que para ir para o céu, um indivíduo deve ser salvo ou nascido de novo. “Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3)
Como você pode ser salvo?
Como os passageiros do Titanic que se afogaram, nenhum de nós pode salvar nossa própria alma mas a boa notícia é que Deus proveu salvação através de nosso Senhor Jesus Cristo. O apóstolo Paulo anuncia as boas novas em 1 Timóteo 1:15. “Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores.” A morte do Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário foi planejada por Deus para que os pecadores pudessem ser salvos. “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.” (Romanos 5:6) Os 705 passageiros do Titanic que sobreviveram, tiveram de pôr sua confiança nos botes salva-vidas providos. Todos que desejarem ser salvos de perecer eternamente no inferno e no lago de fogo devem pôr sua confiança, como pecadores perdidos, no Senhor Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou por nossos pecados (1 Coríntios 15:3,4).Visto que todos nós caminhamos para a eternidade, qual é a sua resposta para a última pergunta de John Harper? Você está salvo? “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” (Atos 16.31).
http://editoraverdade.com.br/folhetos/o-titanic-voce-esta-salvo
Entretanto, John Harper estava pronto para morrer, pois ele era salvo.Sua última perguntaEnquanto o navio começava a afundar, a maioria das pessoas pensou apenas nelas mesmas e em como sobreviveriam, mas John Harper pensou nos outros e na salvação de suas almas. Ele recusou ao menos uma oportunidade de ser resgatado e logo se viu nas águas geladas do oceano Atlântico. Enquanto ele lutava com as águas sombrias que logo levariam sua vida, ele percebeu um colega de viagem se segurando em um pedaço de madeira. Ele fez ao homem a pergunta mais importante na vida, “Você está salvo?” O estranho respondeu, “Não.” Como você teria respondido?
A última mensagem do pregador
John Harper era um conquistador de almas, então com simplicidade e objetividade características dele, respondeu com um trecho da Bíblia, “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo”. (Atos 16:31) Os dois homens se separaram pelas ondas mas se encontraram novamente mais tarde. A mesma pergunta veio dos lábios do pregador que se afogava, “Você está salvo?” De novo o outro homem teve que responder honestamente, “Não.” A mensagem da Bíblia foi repetida, “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.”Seu último convertidoPoucos momentos depois o nobre pregador mergulhou nas águas geladas pela última vez e imediatamente sua alma foi ter com Cristo. John Harper estava no céu. Enquanto isso, em algum lugar naquelas mesmas ondas congelantes seu último contato se tornou seu último convertido, pois o estranho de fato pôs sua confiança no Senhor Jesus Cristo como seu Salvador e sua alma foi salva. Algum tempo depois, ele foi resgatado ao quase se afogar e, chegando ao Canadá, testemunhou da sua conversão.Você está salvo?
Esta simples pergunta decisiva é realmente o ponto chave de toda a pregação do evangelho. Precisa ser dirigida para toda alma na terra. Deve ser respondida individualmente e sua resposta revela onde a sua alma estará depois que vida na terra acaba. A Bíblia ensina que cada um de nós é uma alma a caminho da eternidade. Deus criou o homem à sua própria imagem e cada um é uma alma vivente (Gênesis 2:7) que nunca deixará de existir. Também cada um é uma alma culpada e condenada diante de Deus. A palavra de Deus diz, “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Romanos 5:12) O Senhor Jesus Cristo ensinou que para ir para o céu, um indivíduo deve ser salvo ou nascido de novo. “Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3)
Como você pode ser salvo?
Como os passageiros do Titanic que se afogaram, nenhum de nós pode salvar nossa própria alma mas a boa notícia é que Deus proveu salvação através de nosso Senhor Jesus Cristo. O apóstolo Paulo anuncia as boas novas em 1 Timóteo 1:15. “Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores.” A morte do Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário foi planejada por Deus para que os pecadores pudessem ser salvos. “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.” (Romanos 5:6) Os 705 passageiros do Titanic que sobreviveram, tiveram de pôr sua confiança nos botes salva-vidas providos. Todos que desejarem ser salvos de perecer eternamente no inferno e no lago de fogo devem pôr sua confiança, como pecadores perdidos, no Senhor Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou por nossos pecados (1 Coríntios 15:3,4).Visto que todos nós caminhamos para a eternidade, qual é a sua resposta para a última pergunta de John Harper? Você está salvo? “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” (Atos 16.31).
http://editoraverdade.com.br/folhetos/o-titanic-voce-esta-salvo
13/04/2012
TRÊS SONHOS DE UMA CRIANÇA
Quero deixar aqui a história de uma das crianças de um dos povoados acompanhados pelo Ministério SOS Sertão que já visitei junto com o grupo de Missionários do projeto.
Prestem bem a atenção e veja qual como é a situação das crianças do Sertão.
Os missionários estavam saindo de um vilarejo do sertão chamado Lagoa Cumprida no município de São paulo do Potengi/RN depois de uma obra social. Todos estavam entrando na kombi do grupo até que uma menina de 9 anos chamada Camila foi correndo até a missionária Isaura. A missionária já conhecia a menina e ela era muito apegada ao grupo.
- Oi, Camila, o que foi?
- Missionária, eu queria pedir uma coisa pra senhora. Será que a senhora pode realizar 3 sonhos meus?
No meio daquela pobreza do sertão, imagine os sonhos de uma criança de 9 anos? Uma casa grande? Algo de valor? Ela ficou com medo de prometer para a menina algo que não estivesse ao alcance dela.
- Olha, Camila, nem tudo eu posso fazer mas o que eu puder fazer para realizar seus 3 sonhos eu vou fazer.
Nessa hora estavam todos curiosos para saber os 3 sonhos.
- O meu primeiro sonho é uma coisa que eu quero usar. Mas aqui ninguém tem, só uma moça mas ela não empresta mais pra gente porque diz que temos muito piolho.
- Mas o que é, Camila?
- Eu queria um pente cor-de-rosa.
- Um pente?!
- É. Aqui a gente precisa pentear o cabelo mas não temos um pente.
- Tudo bem, Camila, eu posso te dar um pente cor-de-rosa. Qual é o segundo?
Agora, foi a menina que hesitou. Pareceu envergonhada.
- Não precisa ser novo, pode ser usado, seu mesmo.
- Mas Camila, o quê que dá em mim pode dar em você?
- Meus pais me falaram que é muito cheiroso e eu queria saber como é.
- E o que é, Camila?
Deu um aperto no coração antes dela dizer o que era.
- Um sabonete. Queria saber como é tomar banho com um.
- Ai, meu Deus, um sabonete…
Aquilo deu um choque. Como assim existe gente no Brasil que nunca VIU um sabonete?
A realidade é bem pior do que muitas pessoas imaginam.
Perto desse povoado existe uma auto-estrada em que raramente passa alguém mas de vez em quando uns caminhoneiros param lá e deixam restos de alimentos para as crianças: quentinhas estragadas, garrafas de água pela metade, outros restos de comida.
- Teve um dia que um moço deu uma coisa para um garoto, mas como era pouco ela não conseguiu dividir com todo mundo. Então esse menino deu pra pelo menos todas as crianças sentirem o cheiro. Era o melhor cheiro do mundo! Nunca senti um cheiro tão bom.
- O quê era, Camila?
- Quando eu ia dormir, eu sonhava que alguém me dava aquilo também e eu acordava pensando que o tinha.
A menina muitas vezes mastigava o vento sonhando com o que o garoto tinha ganhado.
- Esse é o meu terceiro sonho: um biscoito de chocolate.
Um biscoito de chocolate?
Um pente, um sabonete e um biscoito. Com menos de 10 reais dava pra comprar os 3 sonhos da menina.
E não era só a Camila, aquele povoado todo de lá deve estar passando por isso. A Camila foi a porta voz de todas as outras crianças que teve vergonha de pedir o mesmo. Estamos indo lá levando Jesus à essas pessoas e envolvendo todos por uma obra social. Se quem tem que fazer não faz, alguém ter que por a mão na massa.
Missionário Renato Magnus
http://www.missoesnosertao.com/2011/09/os-3-sonhos-de-camila.html
Prestem bem a atenção e veja qual como é a situação das crianças do Sertão.
Os missionários estavam saindo de um vilarejo do sertão chamado Lagoa Cumprida no município de São paulo do Potengi/RN depois de uma obra social. Todos estavam entrando na kombi do grupo até que uma menina de 9 anos chamada Camila foi correndo até a missionária Isaura. A missionária já conhecia a menina e ela era muito apegada ao grupo.
- Oi, Camila, o que foi?
- Missionária, eu queria pedir uma coisa pra senhora. Será que a senhora pode realizar 3 sonhos meus?
No meio daquela pobreza do sertão, imagine os sonhos de uma criança de 9 anos? Uma casa grande? Algo de valor? Ela ficou com medo de prometer para a menina algo que não estivesse ao alcance dela.
- Olha, Camila, nem tudo eu posso fazer mas o que eu puder fazer para realizar seus 3 sonhos eu vou fazer.
Nessa hora estavam todos curiosos para saber os 3 sonhos.
- O meu primeiro sonho é uma coisa que eu quero usar. Mas aqui ninguém tem, só uma moça mas ela não empresta mais pra gente porque diz que temos muito piolho.
- Mas o que é, Camila?
- Eu queria um pente cor-de-rosa.
- Um pente?!
- É. Aqui a gente precisa pentear o cabelo mas não temos um pente.
- Tudo bem, Camila, eu posso te dar um pente cor-de-rosa. Qual é o segundo?
Agora, foi a menina que hesitou. Pareceu envergonhada.
- Não precisa ser novo, pode ser usado, seu mesmo.
- Mas Camila, o quê que dá em mim pode dar em você?
- Meus pais me falaram que é muito cheiroso e eu queria saber como é.
- E o que é, Camila?
Deu um aperto no coração antes dela dizer o que era.
- Um sabonete. Queria saber como é tomar banho com um.
- Ai, meu Deus, um sabonete…
Aquilo deu um choque. Como assim existe gente no Brasil que nunca VIU um sabonete?
A realidade é bem pior do que muitas pessoas imaginam.
Perto desse povoado existe uma auto-estrada em que raramente passa alguém mas de vez em quando uns caminhoneiros param lá e deixam restos de alimentos para as crianças: quentinhas estragadas, garrafas de água pela metade, outros restos de comida.
- Teve um dia que um moço deu uma coisa para um garoto, mas como era pouco ela não conseguiu dividir com todo mundo. Então esse menino deu pra pelo menos todas as crianças sentirem o cheiro. Era o melhor cheiro do mundo! Nunca senti um cheiro tão bom.
- O quê era, Camila?
- Quando eu ia dormir, eu sonhava que alguém me dava aquilo também e eu acordava pensando que o tinha.
A menina muitas vezes mastigava o vento sonhando com o que o garoto tinha ganhado.
- Esse é o meu terceiro sonho: um biscoito de chocolate.
Um biscoito de chocolate?
Um pente, um sabonete e um biscoito. Com menos de 10 reais dava pra comprar os 3 sonhos da menina.
E não era só a Camila, aquele povoado todo de lá deve estar passando por isso. A Camila foi a porta voz de todas as outras crianças que teve vergonha de pedir o mesmo. Estamos indo lá levando Jesus à essas pessoas e envolvendo todos por uma obra social. Se quem tem que fazer não faz, alguém ter que por a mão na massa.
Missionário Renato Magnus
http://www.missoesnosertao.com/2011/09/os-3-sonhos-de-camila.html
16/01/2012
O PODER DO EXEMPLO
Respondeu-me com espontaneidade: "Havia um soldado raso em minha companhia, que já fora punido várias vezes pelo uso imoderado de álcool e por envolver-se em distúrbios nos bairros suspeitos. Todavia, pacientemente aconselhado pelo capelão que dava assistência espiritual à tropa, converteu-se ao Senhor Jesus algumas semanas antes do embarque do nosso regimento para o Egito.
A transformação de sua vida, conduta e costumes, foi na verdade impressionante e radical. Mas, em consequência de decisão tão suprema e corajosa, passou a ser molestado pelos antigos e ímpios companheiros, que o tornaram alvo de constantes zombarias. Numa noite chuvosa, ao voltar de seu posto de sentinela, exausto e com a farda encharcada, mudou o uniforme e, antes de deitar ajoelhou-se ao lado da tarimba para orar. Enquanto orava, fiquei irritado com aquela atitude serena e reverente e, então, para provocá-lo, joguei minhas botinas enlameadas em sua cabeça; porém ele prosseguiu em sua oração. Pela manhã, ao acordar, deparei-me surpreso com as botas, junto à cabeceira de minha cama, impecavelmente polidas. Essa foi a sua generosa resposta ao meu torpe gesto. Desse procedimento tão inusitado e comovente teve reflexos intensos e imediatos sobre o meu comportamento pecaminoso, e, nesse mesmo dia, entreguei sem reservas a minha vida a Cristo.
S. Holden
Revista Círculo de Oração 19 / Abr a Jun, 87 - CPAD
07/01/2012
A TRANSFORMAÇÃO DA PIPOCA
Autor: Rubem Braga (o Sabiá das crônicas)
A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens.
O milho de pipoca não é o que deve ser.
Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice, uma dureza assombrosas.
Só elas não percebem.
Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos – Dor.
Pode ser o fogo de fora: perder um amor, um filho, um amigo ou o emprego.
Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, doenças e sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio, uma maneira de apagar o fogo.
Sem fogo, o sofrimento diminui.
E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pipoca dentro da panela, ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer!
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não consegue imaginar destino diferente.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum!
E ela aparece completamente diferente, como nunca havia sonhado.
Já o piruá é o milho que se recusa a estourar.
São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura.
O destino delas é triste.
Ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca e macia.
Não vão dar alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada.
O seu destino você já sabe…
E você,o que é?
Uma pipoca estourada ou um piruá?
http://sucesso.powerminas.com
24/12/2011
FIDELIDADE A JESUS
Houve, em tempos passados, uma localidade denominada Sebastes. Situava-se entre a Judeia e a Síria. Foi ali que quarenta legionários da Décima Segunda Legião romana deram sua vida por amor à verdade.
Presos por professarem o Cristianismo, os quarenta jovens marcharam saindo da cidade, escoltados por outros tantos soldados.
À frente se desenhava o lago de águas tristes e frias. O sol se afundava na direção do poente e o vento soprava gelado.
Os tambores soavam, ditando o ritmo da marcha. E os prisioneiros foram entrando no lago. Um passo, dois, três, dez, vinte. Os pés foram agitando a água e eles entrando mais e mais. Só ficaram as cabeças descobertas fora d'água.
Os superiores haviam lhes decretado uma terrível forma de morrer. Ali parados, impassíveis e silenciosos, iriam morrer enregelados.
As luzes do crepúsculo se envolveram num manto dourado e se retiraram, deixando que a noite se apresentasse com seu cortejo de estrelas.
Ao redor do lago, nas margens, familiares e amigos oravam silenciosos. E silenciosos permaneciam os jovens dentro d'água.
Então, em nome de César, falou um oficial. Eles eram jovens e, levando em conta a sua inexperiência, seriam perdoados se jurassem fidelidade aos deuses protetores do Império.
Era tudo muito simples. Bastaria queimar algumas ervas, perante o improvisado altar a Júpiter Olímpico, na outra margem.
Dentro do lago, nem um mínimo movimento. O ar foi se fazendo mais frio e uma névoa começou a se erguer das águas.
Os guardas acendiam fogueiras nas margens, batiam as mãos, andavam para se aquecer. Mas os quarenta legionários permaneciam imóveis.
Então, eles começaram a cantar e mais forte do que o vento, o hino se ergueu como um grito vitorioso.
Era como uma cascata de esperanças feita de fé, ternura e renúncia.
Um a um, no transcorrer das horas, aquelas chamas foram se apagando na Terra, para tremeluzirem na Espiritualidade.
Quando nasceu o dia, somente um vivia. Um guarda se aproximou de uma mulher e lhe disse que seu filho vivia. Como ele vivera até então, teria sua vida poupada. Que ela o retirasse das águas e, em nome dele, oferecesse sacrifício aos deuses romanos.
Nunca. Foi a resposta dela. Se ele consciente não o fez, como poderia me aproveitar da sua agonia para traí-lo?
Firmemente, avançou para as águas e ali esteve com o filho até que o coração dele parasse de bater. Depois, apertando-o firmemente nos braços, tomou o seu corpo e o veio depositar aos pés do oficial da guarda.
19/11/2011
DE VENDEDOR DE CALÇADOS A EVANGELISTA
Um professor de Escola Dominical do século XIX conduziu um vendedor de calçados a Cristo. O nome do professor: Kimball. O nome do vendedor de calçados que ele converteu: Dwight Moody.
Moody tornou-se evangelista e exerceu grande influência na vida de um jovem pregador chamado Frederick B. Meyer. Meyer começou a pregar nas faculdades e, durante suas pregações, converteu J. Wilbur Chapman. Chapman passou a trabalhar com a Associação Cristã de Moços e organizou a ida de um ex-jogador de beisebol chamado Billy Sunday a Charlotte, Carolina do Norte, para realizar um reavivamento espiritual. Um grupo de líderes comunitários de Charlotte entusiasmou-se de tal maneira com o reavivamento que planejou outra campanha evangelística, convidando Mordecai Hamm para pregar na cidade. Durante essa campanha um jovem chamado Billy Graham entregou sua vida a Cristo.
Será que o professor de Escola Dominical de Boston imaginava qual seria o resultado de sua conversa com o vendedor de calçados? Não. Mas da mesma forma que o dono do jumentinho, ele teve a oportunidade de ajudar Jesus a penetrar em outro coração.
(Max Lucado no livro "Quando os Anjos Silenciaram")
Fonte: hermeneutica.com
Moody tornou-se evangelista e exerceu grande influência na vida de um jovem pregador chamado Frederick B. Meyer. Meyer começou a pregar nas faculdades e, durante suas pregações, converteu J. Wilbur Chapman. Chapman passou a trabalhar com a Associação Cristã de Moços e organizou a ida de um ex-jogador de beisebol chamado Billy Sunday a Charlotte, Carolina do Norte, para realizar um reavivamento espiritual. Um grupo de líderes comunitários de Charlotte entusiasmou-se de tal maneira com o reavivamento que planejou outra campanha evangelística, convidando Mordecai Hamm para pregar na cidade. Durante essa campanha um jovem chamado Billy Graham entregou sua vida a Cristo.
Será que o professor de Escola Dominical de Boston imaginava qual seria o resultado de sua conversa com o vendedor de calçados? Não. Mas da mesma forma que o dono do jumentinho, ele teve a oportunidade de ajudar Jesus a penetrar em outro coração.
(Max Lucado no livro "Quando os Anjos Silenciaram")
Fonte: hermeneutica.com
10/11/2011
GRAÇAS A UMA MOSCA
Bastantes vezes se ouve falar no meio evangélico de homens, de mulheres e até de crianças de quem o Senhor se tem servido para bênção de outros. Mas quem pensaria que Ele também pode servir-se de uma mosca, inseto tão antipático e muitas vezes até perigoso por ser portador de moléstias?
No entanto, o nosso Deus onisciente serve-se por vezes dos meios mais insignificantes, mesmo dos que nós reputamos mais desprezíveis.
O grande evangelista do século XVIII, John Wesley, anunciava o Evangelho na cidade de Dublin, capital da Irlanda. Certo homem, católico romano fanático e intolerante de tudo quanto em religião fosse alheio à Igreja de Roma, resolveu assistir a um dos cultos dirigidos pelo célebre evangelista tão somente para ouvir os cânticos, pois apreciava muito a música.
Resolvido a nada escutar do que Wesley dissesse na sua prédica, tapava os ouvidos com os dedos sempre que não estivessem cantando. Mas, quando Deus deseja tocar numa consciência, serve-se muitas vezes de meios que nós consideramos muito estranhos.
Assim, aconteceu que, estando o homem com os ouvidos tapados com os dedos, pousou-lhe no rosto uma mosca, provocando-lhe tal comichão que precisou usar uma das mãos para tirá-la.
Precisamente neste momento, Wesley citava palavras que no Novo Testamento se acham repetidas cinco vezes: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" (Mateus 11.15; 13.9,43; Marcos 4.9; Lucas 11.35).
O homem, que se recusara a escutar o pregador, ficou tão impressionado que continuou a ouvir as prédicas de Wesley, enveredando, por fim, pelo caminho da salvação. E esse homem era um taberneiro de reputação duvidosa!
"Ouvi e a vossa alma viverá" (Isaías 55.3).
No entanto, o nosso Deus onisciente serve-se por vezes dos meios mais insignificantes, mesmo dos que nós reputamos mais desprezíveis.
O grande evangelista do século XVIII, John Wesley, anunciava o Evangelho na cidade de Dublin, capital da Irlanda. Certo homem, católico romano fanático e intolerante de tudo quanto em religião fosse alheio à Igreja de Roma, resolveu assistir a um dos cultos dirigidos pelo célebre evangelista tão somente para ouvir os cânticos, pois apreciava muito a música.
Resolvido a nada escutar do que Wesley dissesse na sua prédica, tapava os ouvidos com os dedos sempre que não estivessem cantando. Mas, quando Deus deseja tocar numa consciência, serve-se muitas vezes de meios que nós consideramos muito estranhos.
Assim, aconteceu que, estando o homem com os ouvidos tapados com os dedos, pousou-lhe no rosto uma mosca, provocando-lhe tal comichão que precisou usar uma das mãos para tirá-la.
Precisamente neste momento, Wesley citava palavras que no Novo Testamento se acham repetidas cinco vezes: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" (Mateus 11.15; 13.9,43; Marcos 4.9; Lucas 11.35).
O homem, que se recusara a escutar o pregador, ficou tão impressionado que continuou a ouvir as prédicas de Wesley, enveredando, por fim, pelo caminho da salvação. E esse homem era um taberneiro de reputação duvidosa!
"Ouvi e a vossa alma viverá" (Isaías 55.3).
23/10/2011
DEUS AINDA FALA COM AS PESSOAS?
Um jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira. O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?".Após a pregação ele saiu para um café com os amigos e discutiram a mensagem. De formas diversas falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Era aproximadamente 10 horas quando o jovem começou a dirigir-se para casa. Sentado no seu carro, ele começou a pedir " Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo".
Enquanto dirigia pela rua principal, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite". Balançou a cabeça e falou alto: "Deus! É o Senhor? ".
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento "compre um galão de leite". O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli. "Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite". Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente sentiu um pedido "Vire naquela rua". Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno. Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto "Muito bem, Deus. Eu farei".
Passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e muitas casas estavam escuras, como se as pessoas tivessem dormiindo, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo, "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?". Mais uma vez ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente ele abriu a porta. "Muito bem, Deus; se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui".
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: "Quem está aí? O que você quer?". A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira. "O que é?". O jovem entregou-lhe o galão de leite. "Comprei isto para vocês".
O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: "Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar neste mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite". Sua esposa gritou lá da cozinha: "Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo? O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.
10/10/2011
A PONTE
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, tiveram um desentendimento. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu alguém batendo à sua porta, dizendo: "Estou procurando trabalho e talvez você tenha algo para mim". Sim, disse ele, mostrando em seguida a fazenda do seu irmão mais novo além do riacho, contando que haviam brigado e que não podia mais suportá-lo. Então mandou construir uma cerca bem alta entre as duas fazendas, entregou o material e foi para a cidade. E quando voltou não acreditou no que viu: Em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro não gostou nada do que viu. As surpresas não pararam aí. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. Então o irmão mais novo disse: "Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois de tudo o que aconteceu. De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O homem que fez o trabalho estava de partida quando alguém disse: "Espere, fique conosco!" E ele respondeu: "Não posso, tenho outras pontes para construir! "Não deixe que "cercas ou muros" impeçam a sua aproximação com o próximo, construa uma ponte sólida de amor, paz e comunhão!(Pintura "A Ponte" - Monet)
23/09/2011
MEUS CADERNOS DE ILUSTRAÇÕES
Convido o leitor a entrar em Cevide.org e ver ali os títulos de todas as ilustrações publicadas nos "Meus Cadernos de Ilustrações". Esse trabalho é resultado de muitos anos de pesquisa, (mesmo antes da internet, onde se pode colher muitas e muitas ilustrações boas), tendo por fonte livros, jornais, panfletos (até os encontrados nas ruas), embalagens, cartões-postais etc. Conheça também o site e o propósito do Cevide para com a evangelização.http://cevide.org/cadernos.htm
12/09/2011
SOBREVIVENDO NO WORLD TRADE CENTER
Sobrevivendo ao 81º andar do World Trade CenterStanley Praimnat, com Dan Van Veen
www.ichtus.com.br
Terça, 11 de setembro de 2001, começou como qualquer outro dia para o diácono e superintendente da Escola Dominical da Assembléia de Deus Betel, Stanley Praimnat, de Elmont, Long Island. Ele levantou-se cedo, tomou um banho, orou, aprontou-se e saiu para o trabalho. O caminho até o metrô foi como outro qualquer. O percurso de trem era o mesmo. Porém, neste dia ele veria a mão de Deus proteger sua vida.
"Por alguma razão particular, eu dediquei a Deus um pouco mais de mim mesmo naquela manhã [durante a oração]," disse Stanley. "Eu disse, 'Senhor, cobre-me e a todos os meus amados com o seu sangue precioso.' E mesmo crendo naquilo que eu disse, eu repeti isso várias vezes ao Senhor."
Quando Stanley chegou à Torre 2 do World Trade Center, ele tomou o elevador para chegar ao seu escritório no 81º andar. "Eu trabalho para o Banco Fuji," ele disse. "Eu sou assistente do vice-presidente do departamento de operações de crédito. A companhia estava localizada nos andares de 79 a 82."
Stanley cumprimentou Delise, uma mulher que tinha chegado pouco antes dele. Depois de uma conversa rápida ele dirigiu-se à sua mesa, pegou o telefone e começou a ouvir os recados gravados em sua secretária eletrônica.
"Como eu estava de pé ouvindo as mensagens, eu estava olhando para o outro prédio, a torre 1 do World Trade Center, e vi fogo caindo do topo do prédio," afirmou Stanley. "Bem, como o prédio todo é circundado por vidro, você pode ficar em pé e ver todos os prédios em volta, aviões e tudo o que voa na mesma altitude."
Como Stanley viu "bolas de fogo" caindo, sua primeira reação foi pensar em seu chefe que trabalhava no naquele prédio. Ele decidiu ligar para o telefone dele para ver se estava tudo bem. "Eu disquei seu número, e não obtive resposta. Então, eu disse à Delise 'Vamos, rápido, vamos sair daqui.'"
Delise e Stanley pegaram o elevador e desceram até o 78º andar. Algumas outras pessoas entraram no elevador também. O presidente da companhia, o CEO, o diretor de recursos humanos e dois outros homens juntaram-se ao grupo e desceram até o térreo da Torre 2 do World Trade Center.
Se eles tivessem continuado e saído do prédio todas as suas vidas teriam sido poupadas. Mas não foi isto que aconteceu.
"Assim que chegamos ao térreo, o guarda de segurança parou-nos e perguntou, 'Onde vocês estão indo?' Stanley explicou que tinha visto fogo na torre 1. De acordo com Stanley, o guarda disse: "Oh, isso é só um acidente. A Torre 2 é segura. Voltem para os seus escritórios."
Eles voltaram para o seu destino fatal. Fora Stanley, Delise foi a única do grupo que sobreviveu.
"Nós estávamos rindo, e eu disse a Brian Thompson [Diretor de Recursos Humanos], 'É uma boa hora para nos mudarmos deste prédio -- aqui não é mais seguro.'" Stanley, dirigiu-se para o seu escritório, mas antes de chegar lá disse à Delise que devido aos acontecimentos do dia que ela fosse para casa e descançasse.
Thompson foi para o 82º andar, o presidente e CEO para o 79º e Stanley ficou no 81º. Quando Stanley chegou ao seu escritório o telefone estava tocando. "Era alguém de Chicago querendo saber se eu estava vendo as notícias na TV". Stanley disse à pessoa: "está tudo certo."
Mas nem tudo estava certo -- longe disso. Enquanto Stanley estava falando, ele olhou para fora e viu o avião do vôo 175 da United Air Lines vindo em sua direção.
"Tudo o que eu pude ver era um grande avião, com letras vermelhas nas asas, caindo em cima de mim," diz Stanley. "Mas, tudo isso parecia estar acontecendo em câmara-lenta. O avião parecia estar a 100 jardas de distância. Eu disse 'Senhor, toma o controle, eu não posso ajudar a mim mesmo aqui.'"
Stanley então agachou-se em baixo de sua mesa. "Meu testamento [Bíblia] estava em cima da minha mesa," explicou Stanley. Eu sabia, sem sombra de dúvida, que o Senhor estava cuidando de mim." Assim que ele se colocou em posição fetal embaixo da mesa, o avião invadiu o prédio e explodiu.
Miraculosamente, Stanley não estava ferido. No entanto, ele podia ver a asa do avião em chamas na porta do seu departamento. Ele sabia que precisa sair do seu escritório, e do prédio, o mais rápido possível. Mas ele estava preso pelos escombros que haviam caído sobre suas costas.
"Senhor, tu tens o controle, este problema é seu agora," ele lembrou em oração. "Eu não sei de onde eu consegui esta força, mas o bom Deus, Ele me deu um poder e uma força tão grande em meu corpo que eu consegui afastar tudo que me prendia. Eu me senti como o homem mais forte da terra."
Apesar disso, Stanley pedia ao Senhor para guardar a sua vida, "Eu estava chorando e orando, 'Senhor, eu tenho coisas para fazer. Eu quero ver minha família. Senhor, ajuda-me!"
O escritório de Stanley parecia uma zona de batalha -- paredes caídas, equipamentos destruídos violentamente e chamas ardendo sobre tudo aquilo.
"Tudo que eu tentava usar [para sair] estava estragado e eu comecei a fraquejar," ele disse. "Eu estava me machucando, mas eu disse, 'Senhor, eu tenho de ir para casa e eu vou fazer isso! Você tem de me ajudar.'"
De repente, Stanley viu a luz de uma lanterna. Por um momento, ele pensou: "Qual a chance de alguém carregar uma lanterna neste andar? Minha primeira reação foi, 'Este é meu anjo da guarda -- meu Senhor enviou alguém para me salvar!'"
Stanley começou a gritar "Eu vejo a luz. Eu vejo a luz." Mas depois de tentar desesperadamente ele não consegui sair -- todos os caminhos que existiam estavam bloqueandos e seu "anjo da guarda" não conseguia chegar até ele -- uma parede estava entre ele e as escadas. "Ele não podia chegar até mim e eu não conseguia chegar até ele, e neste momento eu comecei a tossir," Stanley diz. "Eu não sei sei era enxofre ou o quê [combustível do avião queimando, provavelmente], mas eu conseguia sentir essa coisa. Eu caí de joelhos e disse, 'Senhor, ajude-me! Tu tens de me levar para longe daqui, ajude-me a chegar às escadas."
Então Stanley fez algo surpreendente. Enquanto orava de joelhos, ele chamou o homem que estava atrás da parede: "Há uma coisa que eu gostaria de saber, você cohece a Jesus?" O homem respondeu que ia à igreja todos os domingos. Então eles oraram juntos para conseguirem quebar a parede.
"Eu me levantei e senti um poder vir sobre mim," diz Stanley. "Eu senti como se uma pele grossa me cobrisse o corpo e eu estava tremendo. Eu disse à parede: 'Você não não pode resistir a mim e ao meu Senhor.'" Momentos depois ele conseguiu abrir um buraco na parede e com a ajuda do outro homem conseguiu passar para o outro lado da parede. "O homem me abraçou, me deu um beijo e disse 'De hoje em diante você é meu irmão para toda a vida.'"
Mas o perigo não tinha acabado. o homem do outro lado da parede, que disse chamar-se Brian, era um homem de idade e eles ainda tinham 81 andares para descer, com o prédio em chamas e, sem eles saberem, ameaçando desabar. "Nós começamos a descer e em cada andar nós parávamos para ver se havia alguém lá, mas não achamos ninguém, exceto um homem que estava em um dos andares e que estava ferido e ensangüentado."
Stanley pediu para ajudar o homem, mas um segurança disse que era melhor pedir para alguém subir e resgatá-lo. Quando eles finalmente chegaram ao térreo, somente os bombeiros estavam lá. "Eles estavam gritando, 'Corram! Corram! Corram!', eles nos mandavam correr para longe, mas não se preocuparam consigo mesmos," ele disse.
Stanley e Brian correram para longe da construção cercada pelo fogo. Encharcados por causa dos sistemas anti-incêndio do prédio, eles deram as mãos e correram através das chamas para a segurança da Igreja da Trindade, a duas quadras de distância. "Eu queria ir à igreja para agradecer a Deus,"
Stanley explicou, "mas, logo que nós chegamos ao portão da igreja, o prédio [World trade Center Torre 2] desabou."
Stanley e Brian afastaram-se da área de perigo. Antes de se separarem, Stanley deu a Brian seu cartão na esperança de se reencontrarem depois e disse-lhe: "Se eu não ver mais você, nós nos veremos no céu."
Machucado e sangrando, com as roupas esfarrapadas e uma camiseta emprestada Stanley finalmente chegou em casa horas depois. "Eu abracei minha esposa e minhas duas filhas e nós choramos," disse Stanley. Depois de agradecer pelo cuidado com sua vida, Stanley disse a Deus que tudo o que fizer, fará para a Sua glória. "Eu fiquei traumatizado, mas cada momento acordado eu digo 'Senhor, se tu não estivesses no controle, eu não teria feito aquilo.'"
"Por alguma razão divina, eu sei, sem sombra de dúvida, que o bom Deus inclinou o avião uma fração de onde estava," disse Stanley. "Porque, quando o avião parou ele estava a quase 2 metros de mim. Eu não estou preocupado com quem pode racionalizar - o que as pessoas podem dizer agora ou dirão daqui alguns anos - eu sei que a mão de Deus inclinou o avião. Meu Senhor Jesus é maior que o Trade Center e Seu dedo empurrou o avião para o lado!"
por Dan Van Veen, Assemblies of God News Service
03/09/2011
OS PESCADORES
Ora, aconteceu que existia um grupo de pessoas que se chamava "Os Pescadores". Eles organizaram um clube.
E eis que havia um grande número de peixes nos rios da região.
Mês após mês e ano após ano, esses pescadores se reuniam em seu clube para falar acerca da vocação para pescar.
Falavam também da abundância de peixes e da metodologia apropriada para pescar.
Faziam também contínuas pesquisas em busca de novos e melhores modos de pescar.
Patrocinavam dispendiosas conferências e congressos para discutir a arte de pescar, para promover a pesca e para debater o tema da pescaria.
Grandes centros foram criados e cursos eram oferecidos a respeito das necessidades dos peixes, a cultura dos peixes e onde encontrar peixes.
Os que ensinavam nesses cursos tinham doutorados em Peixologia, mas tinham pouca experiência em matéria de pescar peixes.
Eles somente ensinavam aos outros como pescar com técnica.
E aqueles que eram enviados para pescar faziam exatamente o mesmo que faziam os que os tinham enviado.
Organizavam mais clubes.
Analisavam o peixe e discutiam o que era necessário para apanhar peixes.
Mas uma coisa eles não faziam:
Não pescavam nada.
(www.sfnet.com.br)
29/07/2011
PODEROSO PARA GUARDAR
Numa noite de domingo, durante o segundo verão da Guerra Civil na América do Norte, um jovem soldado confederado, John Roberts, foi designado para ficar de sentinela num bosque à margem de uma estrada no Estado de Virgínia.A noite estava quente, opressiva. John Roberts, cansado e sonolento. Tudo ao redor era silêncio. De vez em quando apenas o rumor de um esquilo saltando entre os galhos, ou os característicos ruídos noturnos de uma floresta. Subitamente, o coração do soldado bateu mais apressado, e uma insuportável sensação de perigo pôs-lhe um calafrio por todo o corpo. A escuridão o cercava, cheia de mistérios, e por entre ela nada, senão o vulto das árvores e o balançar das ramadas que tornavam a noite mais negra e temerosa naquele esconderijo.
Roberts, arrastando-se com cuidado, arriscou um olhar pela estrada, que desenrolava numa faixa esbranquiçada entre os matagais de um outro lado. Nada viu de ameaçador ou suspeito. Volvendo ao abrigo primitivo, o soldado deixou-se arrebatar pela imaginação aguçada. A imagem da mãe e da velha igreja, em cujo coro cantara quando criança, amenizou-lhe um pouco aquela sensação de solidão e perigo. E dos lábios, quase inconscientemente, nessa lembrança tão doce, brotaram-lhe, a princípio em murmúrio, depois em palavras nítidas que não conseguiu reprimir, as palavras de um hino muito amado: “Outro amparo não achei; sem alento, venho a Ti. Se me negas, morrerei; voz da morte já ouvi. Eu confio em Teu amor e na Tua compaixão. É meu forte defensor: não me largue a Tua mão!". Enquanto assim cantava, a lua emergiu de entre as nuvens e toda a estrada se clareou num banho de prata. John Roberts sentiu como se a lua lhe viesse varrer as sombras de perigo e temor que antes o oprimiam.
Alguns anos depois, terminada a guerra, ele estava cruzando o Atlântico, rumo à Inglaterra. Num domingo pela manhã, reuniu-se com vários outros companheiros de viagem num camarote, para lerem a Bíblia e cantarem alguns hinos. O capitão, que dirigiu o serviço religioso, pediu a Roberts que fizesse um solo. Alegremente, o moço atendeu-o e cantou o seu hino favorito, o mesmo que entoara naquela noite no bosque de Virgínia. Enquanto cantava notou que um dos passageiros ao levantar a cabeça olhava-o surpreso, com um interesse estranho, numa atitude a um tempo admirada e comovida. Terminado o culto, o homem veio procurá-lo: “Sou Harvey Brandon, de Nova Yorque”, disse ele apresentando-se. “Apreciei muito o hino que o senhor cantou. E creio - disse depois de uma pequena pausa - que é a segunda vez que o ouço”.
E como John Roberts fizesse menção de achar isso impossível, pois era a primeira vez que o via, o outro perguntou: “O amigo não pertenceu ao Exército Confederado? E não esteve, em tal noite, de sentinela num bosque de tal estrada da Virgínia?” “Sim, é verdade”, respondeu admirado Roberts. “Mas como podes saber disso?” “Porque eu também estava lá. Era um soldado da União, do exército contrário ao seu. Tirava serviço naquela noite. Com um grupo de patrulheiros, nos aproximamos daquele bosque, e o descobrimos. O senhor era um perfeito inimigo para nós. Apontei-lhe minha arma e meus soldados também levantaram as suas armas para fuzilá-lo. Nesse momento o senhor começou a cantar: “Outro amparo...” Baixei a arma, e disse a meus companheiros: Rapazes, é nosso irmão. Vamo-nos daqui.
Esta história verídica mostra que a infinita bondade de Deus nos alcança o Seu poder de salvar.
18/07/2011
RECADO DO CÉU PARA UMA MÃE ABORTIVA
"Mamãe, eu já tinha algum tempo de vida... Não sei quantos dias ou meses, pois sabe como é: os nenês ainda não sabem contar! Mas eu já me considerava todinho pronto para entrar nesta vida (e eu nem sei se me seria bom ou mau). Isso iria depender muito de você!Mas, infelizmente você vivia afastada de Deus... foi esta a triste conclusão a que cheguei, naquele dia em que você permitiu que o maligno conduzisse suas intenções, e depois de muito pensar decidiu que eu deveria morrer, falando consigo mesma: "Eu vou matar esta criança... ela não deve nascer! Mas como vou matá-la?"
Todavia, como o mundo realmente jaz no maligno, não demorou muito e logo alguém lhe indicou uma pessoa.
Pouco me importei com seu cúmplice (se um homem ou mulher). A minha preocupação era com você, mamãe; afinal eu era seu filho e ainda havia um tempo para você se arrepender e se voltar para Deus! Mas você persistiu no seu intento e foi até àquela pessoa, e assim foram marcados o dia e a hora de minha morte.
Infelizmente chegou o dia, pois o remédio que você tomara antes não conseguiu tirar-me a vida; por isso senti toda a ação violenta e cruel daqueles instrumentos.
Fui sendo cortado aos poucos até perder os sentidos e, quando percebi, já não estava mais em mim... Ao olhar, então para a direita, vi um anjo que carinhosamente me tomou no colo. Íamos subir, mas ele parou percebendo o desejo do meu coração, e olhei para me despedir de você; mas sabe o que eu vi, mamãe? Vi você se contorcendo em dores!... Prá que isso, mamãe?!
Vi também aquilo que fora o meu corpinho... estava todo mutilado! Aí, então, o anjo gentilmente me falou que estava na hora de partirmos. Eu queria levar você também, mamãe, sem me importar com o que você tinha me feito; mas não foi possível!..
Agora estou aqui no Céu louvando a Deus! Mamãe, sabe duma coisa? Tem um montão de gente aqui! Todos somos amigos e irmãos. Descobri que aqui há milhões de bebês que, como eu, também foram assassinados pelas suas mães. Imagine, há crianças de várias nações que foram vendidas a laboratórios que as trituraram para fazer creme de beleza... e a polícia desses países já descobriu que algumas chegaram aos laboratórios, e ainda vivas foram trituradas!
Mas, mamãe, aqui no Céu tudo é muito bonito... tudo é amor! Não existe tristeza, nem dor, nem ódio; nada, enfim, de ruim! Mas mesmo assim, eu me lembro de quando estava guarda- dinho dentro de você!... Gostaria tanto se você tivesse afagado meus cabelinhos e trocado minhas fraldinhas!. Você não viu meu sorriso, nem escutou o meu choro e muito menos me ouviu dizer: "Mamãe"!
Sabe, mamãe, Deus sempre está aqui conosco dando a todos, indistintamente, o Seu amor. Outro dia, pedi a Ele prá ver você. Ele então respondeu: "Entre você e sua mãe há um abismo intrans- ponível!"
Mamãe, eu não sei o que é intransponível, mas sei de uma coisa: o Céu é muito grande, porém o amor de Deus é muito maior... não tem fim! Mamãe, Deus a ama! E, a maior prova, é que Ele deu o Seu único Filho - Jesus Cristo - para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Ainda há esperança, mamãe, para todo aquele que se reconhece pecador necessitado de salvação. Não procure outro caminho, pois só há um caminho: Jesus; fora dEle não há salvação! Ele mesmo nos afirma: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (Jo. 14:6).
Mamãe, ainda espero nos encontrarmos! Deus é muito bom e quer lhe conceder Seu perdão. Veja o que a Bíblia nos assegura, em I João 1.19: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça".
Aceite a Jesus agora mesmo! Não rejeite este apelo, pois pode ser sua última oportunidade para encontrar a real felicidade. Prove e veja o quanto Deus é bom... Procure a Igreja Evangélica mais próxima de sua casa, renda-se a Jesus, e garanta o seu lugar aqui comigo!"
Caro leitor: Se Deus permitisse a comunicação entre vivos e mortos, esta seria a real mensagem que inúmeras mulheres receberiam acerca do aborto - um autêntico recado do Céu!...
- Folheto da Cruzada Mundial de Literatura
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