16/03/2011

O AFRICANO QUE FUMOU A BIBLIA

Um certo missionário americano chamado Jimmy Williams, que sempre realizou muitas cruzadas no continente africano, conta em seu livro uma historia fantástica de um africano que marcou a sua vida.

Isso aconteceu na década de 80 em uma das suas viagens missionárias. Ele encontrou um homem negro de dois metros de altura chamado Oman Bobaic. Como sempre fazia ofereceu uma Bíblia de presente ao homem, e com a maior sinceridade o africano disse ao missionário que iria fumar a Bíblia, pois o papel era perfeito para fazer um mirrole.

O missionário contristado com a situação, olhou nos olhos de Oman e disse com firmeza:

- Eu deixo você fumar a Bíblia com uma condição!

- Qual condição?, perguntou o negro.

-Desde que você leia cada pagina da Bíblia antes de fumá-la.

Oman olhou pensativo, pois era de uma cultura em que trato era trato, e se ele prometesse teria que cumprir. Depois de muito pensar disse ao americano:

- Está certo, eu aceito, eu vou ler a pagina antes de fumar.

Apertaram as mãos e assim ficou firmado.

Passados cinco anos após o episódio, o missionário Willians foi fazer uma cruzada evangelística em uma cidade do Congo. Nesse dia apareceu uma grande multidão no evento. Algo interessante chamava a atenção do missionário. Foi o fato de um negro no meio da multidão acenar constantemente com as mãos e gritar o nome de Jimmy. O pregador preocupado mandou um de seus ajudantes ir ao encontro do homem pra saber o que ele queria. Ao voltar disse que o homem precisava contar um testemunho. e Jimmy então mandou chamá-lo ao palanque, e o deixou falar.

O negro então olhou nos olhos do pregador, disse:

- Eu sou o homem que fumou a Bíblia na cidade de Zimbabwe. Eu lhe disse que se você me desse a Bíblia eu iria fumá-la; aí então me disseste que deixaria eu fumar a Bíblia se eu antes a lesse e assim eu fiz. Fui lendo e depois fumando. Li primeiro o livro de Genesis e adorei as historias. Depois li Êxodo, Números, Levitico, Deuteronômio, e assim eu fui lendo e adorando tudo, até que li todo o Velho Testamento. Quando eu entrei no Novo Testamento algo começou a mudar dentro de mim. Eu não sentia mais vontade de fumar e comecei a chorar constantemente com os milagres de Jesus e aquelas palavras foram entrando em coração que cada pagina ia mudando a minha vida. Li Mateus, Marcos, Lucas, e cheguei em João no capitulo 3 no verso 16 onde eu li aquela frase: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna” Dobrei meus joelhos, levantei as minhas mãos para os céus e entreguei a minha vida ao Senhor Jesus. A partir daquele dia me tornei um homem completamente transformado.

Ditas essas palavras, houve uma grande mover de Deus no ambiente fazendo com que milhares de pessoas se entregassem a Jesus.

(Anônimo)

23/02/2011

DESENLEANDO A CORDA

Um homem apanhou um rolo de corda muito emaranhado e tentou desenleá-lo. Gastou horas nessa ocupação.

O seu filho pequenino, observando-o, tomou outra corda, prendeu-a numa árvore e fez um laço na ponta. Depois colocou o pescoço no laço e enforçou-se, enquanto o pai lidava para desenlear o rolo.

Quando a mãe viu aquilo, correu ao local, gritando:

- A criança está morrendo! Em vez de a salvares, fica desembaraçando os nós da corda.

Mas o filho estava morto.

É o que acontece com as vãs especulações. O tempo que se gasta com ela poderia ser usado para salvar milhões de almas que perecem.

(Anônimo)

11/02/2011

SEGURANDO UM AO OUTRO

A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta:

- Seu filho está aqui!

Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.

O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama. Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras
de conforto ao velho homem.

Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo. Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo. Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas. A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a lhe dizer palavras de conforto, mas ele a interrompeu com uma pergunta:

- Quem era esse homem?

Assustada, a enfermeira respondeu:

- Eu achei que fosse seu pai!

- Não. Não era meu pai, falou o jovem. Eu nunca o havia visto antes.

- Então, por que você não falou nada quando o anunciei para ele?

- Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui. E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado. Senti que ele precisava de mim.

Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor.

É tão triste viver na solidão...

É tão triste não ter com quem contar num leito de morte...

Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão. Ofereça-se para lhe fazer companhia, ainda que por alguns minutos. Fique em silêncio ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar.

Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena.

Autor desconhecido

24/01/2011

A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

A alguns anos atrás um casal de missionários mudou-se para Dallas, Estados Unidos, para pastorear uma pequena igreja que se formava naquela cidade. Eles recebiam um salário bastante modesto que dava apenas para pagar as despesas mais necessárias, não possuindo recursos para novas roupas e móveis para o lar. Certa vez, o missionário fez um estudo sobre a oração e mostrou que Deus sempre responde às nossas orações. Após o estudo deu a oportunidade para cada pessoa fazer seu pedido de oração em uma folha de papel. Muitas pessoas fizeram seus pedidos e na ora de serem lidos, um deles, bastante especifico e necessário despertou a atenção do pastor. Tratava-se do pedido de seu filho adolescente Pat. Ele simplesmente escreveu: Desejo que Deus me dê uma camisa nova, número sete.

A mãe ao ouvir o pedido do filho ficou muito preocupada porque eles não possuíam condições financeiras para comprar uma camisa nova para o filho adolescente. Semanalmente os crentes iam informando as soluções obtidas através das orações e Pat, cheio de fé, renovava o seu pedido. Um mês depois, a mãe de Pat, preocupada com a falta de resposta por parte de Deus, disse para o marido: "Vamos reservar um dinheiro para comprarmos a camisa de Pat, senão ele ficará muito triste por não recebe-la como presente de Deus". Ele respondeu: "Vamos continuar orando, Deus nos deu as promessas, Ele mesmo as cumprirá".

Passaram-se mais umas semanas, até que um dia, um membro da igreja de onde vieram os missionários, ligou para a mãe do menino e disse: "Eu fiz uma grande liquidação de roupas no mês passado e ainda sobraram algumas camisas, gostaria de doá-las para vocês, só que todas elas são de um mesmo número, por isso estou ligando para saber se este número atende às necessidades da família". A mãe, curiosa, imediatamente perguntou: "Qual é o número das camisas?". E ele respondeu: "Sete". A mãe logo compreendeu que esta era a resposta de Deus às orações de Pat seu filho adolescente.

Uns dias depois chegou a oferta, eram doze camisas, de número sete, de estampas diferentes. Ela aguardou o culto de oração e deu uma camisa para cada irmão que mais frequentava os cultos de oração. Quando Pat chegou à igreja, um a um foi lhe entregando uma camisa e dizendo ser esta a resposta às suas orações. Deus lhe deu doze camisas no lugar de uma em razão da sua fé.

(A Importância da Oração)

13/01/2011

A VIDA DE SÃO JORGE, DE VOLTA

A Obra Missionária Chamada da Meia-Noite publica, num de seus folhetos de evangelização, o título "A Vida de São Jorge", cujo texto (não integralmente) postei aqui no blog, em data de 31 de dezembro de 2010. Fiz a postagem por achar interessante. Remeti os links do texto aos amigos do Facebook e Twitter e recebi, do Pr. Antônio Mesquita, ao qual agradeço, uma importante informação que transcrevo abaixo:
O suposto Jorge, elevado a santo pela Igreja Católica, com o advento do ecumenismo volta à tona, mas é importante anotar que o mesmo nunca existira. Faz parte da estratégica católica de prender fiéis a partir de mitos da história antiga. No... século 20, a própria Igreja Católica excumungou mais de 1.000 santos, ao reconhecer que os mesmos nunca existiram. Dentre eles figuram São Jorge e São Cristóvão - protetor dos motoristas. O dito soldado romano Jorge é a construção do deus mitológico que vence um dragão. A hitória é bonita, bem construída, mas não passa de mito.

08/01/2011

JORGE MÜLLER, HOMEM DE FÉ E ORAÇÃO

Cada século produz homens e mulheres de fé. Sem dúvida, o exemplo digno de ser seguido, do século XIX, foi Jorge Müller, um alemão (1805 - 1898), cujo amor e compaixão pelas crianças abandonadas da Inglaterra o levaram a construir orfanatos naquele país. Em 1836 ele abriu um educandário para 26 crianças. Quarenta anos depois seus orfanatos cuidavam de duas mil crianças. Jorge Müller vivia pela fé, pois nunca falou das necessidades materiais sentidas pelos orfanatos, nem pediu dinheiro, mas somente orava, dependendo única e exclusivamente de Deus.

Certa ocasião, as crianças perceberam que não existia algo para comer. Entretanto, todas sentaram à mesa, quando Müller agradeceu a Deus pela refeição que viria. Terminada a oração a campainha tocou. Era um leiteiro ofertando diversos litros de leite, porque seu carro quebrara ali perto e ele sabia que o leite azedaria antes de terminar o conserto do veículo. Após Müller receber o leite e fechar a porta, a campainha tocou novamente. Era um funcionário da padaria que conduzia diversos pães, pois o padeiro, percebendo que os fregueses não os comprariam, porque estavam um pouco queimados, ofertou-os ao educandário.

Jorge Müller uma vez escreveu: “Certamente, do meu coração eu desejava ser útil a Deus em beneficiar crianças pobres”. Ele não só realizou esse desejo, mas também efetuou um trabalho que perdura até o dia de hoje. Em 12 “lares” 130 crianças vivem aos cuidados de “pais” cristãos. Desde 1936, quando Müller abriu o primeiro orfanato, 18 mil crianças têm sido abrigadas e educadas com muito carinho e proteção de Deus.

31/12/2010

A VIDA DE SÃO JORGE

Recebi folhetos da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite e hoje publico aqui um especial sobre a vida de São Jorge

Conta-se que por volta do 3º. século depois de Cristo, quando Diocleciano era Imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge. Filho de pais cristãos, Jorge aprendeu desde a sua infância a temer a Deus e a crer em Jesus como seu Salvador pessoal. Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Lá foi promovido a capitão do exército romano devido à sua dedicação e habilidade, qualidades que levaram o Imperador a lhe conferir o título de conde.

Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma exercendo altas funções. E por essa época o Imperador planejava matar todos os cristãos. No dia marcado, quando o Senado confirmaria o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses; e, defendendo a fé evangélica, afirmou que Cristo é Deus e Senhor, e que pelo Espírito Santo todas as coisas são regidas e conservadas. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro daquela suprema corte romana que, com grande ousadia, defendia a fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador dos homens, sem a necessidade de mediação e veneração de ídolos.

Indagado por um cônsul sobre a origem de sua grande ousadia, Jorge, prontamente, respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: O QUE É VERDADE? Jorge logo respondeu: "A VERDADE É MEU SENHOR JESUS CRISTO, A QUEM VÓS PERSEGUIS, E EU SOU SERVO DE MEU REDENTOR JESUS CRISTO, E NELE CONFIADO ME PUS NO MEIO DE VÓS PARA DAR TESTEMUNHO DA VERDADE". O Imperador Diocleciano, então, disse a Jorge que se ele venerasse e sacrificasse aos ídolos lhe daria muitas honras e muitos bens. E só havia um jeito de Jorge continuar vivo - negar a sua fé em Jesus e passar a adorar as imagens dos deuses romanos. Deuses de que a Bíblia declara o seguinte no livro de Salmos 135:15 a 17: "Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem". E certamente firmado nas palavras bíblicas registradas em Jeremias 10:5, onde lemos que "os ídolos (...) necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal e não está neles fazer o bem", Jorge, com uma fé inabalável, disse assim ao Imperador: "NENHUM DESSES BENS QUE ME PROMETES PODERÁ DE ALGUMA MANEIRA APARTAR-ME DO MEU DEUS, NEM ALGUM GÊNERO DE TORMENTOS QUE INVENTARES PODERÁ TIRAR DE MIM O AMOR DE MEU REDENTOR, NEM CAUSAR EM MIM TEMOR ALGUM DA MORTE TEMPORAL ".

Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus Cristo, foi torturado de vários modos. E após cada tortura era levado perante o Imperador que lhe perguntava se renegaria Jesus para prostrar-se diante das imagens fabricadas por mãos humanas. Jorge sempre respondia:

"NAO, IMPERADOR! EU SOU SERVO DE UM DEUS VIVO. SOMENTE A ELE EU TEMEREI E ADORAREI!" E Deus honrou a fé de seu servo Jorge de modo que muitas pessoas passaram a crer e confiar somente em Jesus por intermédio da sua pregação. Finalmente, o Imperador Diocleciano, vendo que nenhum dos seus planos macabros tinha êxito, mandou degolar o jovem e fiel servo de Jesus Cristo no dia 23 de abril de 303.

OBRA MISSIONÁRIA CHAMADA DA MEIA-NOITE

20/12/2010

NINGUÉM DOS SANTOS

Era uma vez um grupo de quatro homens esquisitos. Eles se chamavam:

Alguém da Costa, Todomundo da Igreja, Qualquer da Turma e Ninguém dos Santos.

Mais esquisito do que os nomes era o comportamento dos quatro, que pertenciam à mesma igreja crista. Vou explicar agora e depois você me diga se não há outros iguais a eles. Seu comportamento era o seguinte: Aos domingos, Todomundo da Igreja ou passeava ou ficava em casa assistindo TV. Qualquer da Turma iria às reuniões, mas Alguém da Costa não ligava para ele. Mais e mais, era Ninguém dos Santos quem ia para a casa de oração.

Dos quatro irmãos da mesma igreja, era Ninguém dos Santos quem manifestava mais brio e mais coragem. Por exemplo Ninguém fazia as visitas. Ninguém fazia a limpeza da casa de oração. E quando era necessário um professor para a Escola Dominical, então Todomundo achava que Alguém tomaria o cargo, mas Alguém achava que Qualquer da Turma poderia ensinar. Será que você já adivinhou quem era, afinal, que lecionava na Escola Dominical? Claro que era Ninguém dos Santos.

Aconteceu que um novo vizinho apareceu no bairro, e foi morar perto dos quatro irmãos. Para Todomundo, era Qualquer que devia fazer amizade com o recém-chegado. Talvez você já saiba quem foi, dos quatro, que conseguiu ganhar a alma do vizinho para Cristo. Se não me engano, foi Ninguém.

Esta estória tem uma falsa moral: Se você não quer fazer o trabalho do Senhor, "deixa pra lá", Ninguém dos Santos vai fazê-lo em seu lugar.

(adaptação de Roberto Eduardo - revista Vigiai e Orai)

12/12/2010

BIBLIA - LEIA DE NOVO

AS AVENTURAS DE UMA BÍBLIA

Certa ocasião uma jovem viúva olhava pela janela de sua casa. Ela residia próxima a uma importante praça da cidade de Dublin. A sala estava elegantemente mobiliada, tudo respirava conforto e até opulência, porém aquela mulher parecia ser...

Continue lendo esta história real, publicada aqui no Páginas em 2009.

06/12/2010

TU ÉS FIEL, SENHOR!

Título de um famoso hino cristão. Foi escrito por um pregador que depois tornou-se repórter de um jornal, Thomas O. Chisholm, Nova Jersey; e a música foi composta por William M. Runyan.

A história começou em 1941. Dois homens estavam revendo a lista dos membros dos Gideões Internacionais, quando viram, de repente, um nome que lhes era familiar. Descobriram que era o nome do Sr. Thomas O. Chisholm e com a seguinte anotação ao lado: “Cancelado por falta de pagamento”.

Eles se lembraram de que o Sr. Chisholm era o autor de um hino que muito impressionou o missionário John Stam, que fora martirizado. Este mesmo hino fora o tema da vida de Stam durante os seus estudos no Instituto Bíblico Moody, quando se preparava para o serviço missionário e que, finalmente, levou-o a entregar a sua vida, juntamente com a da sua querida esposa, a fim de que outros pudessem ter vida...

Os dois homens ficaram sensibilizados com o achado. Pensaram que eles mesmos é que deviam pagar a dívida ao Sr. Chisholm.

Ao mesmo tempo em que o Senhor estava tocando também no coração de um homem de negócios, na cidade de Nova Iorque, o qual não podia dormir porque lhe passava pela mente o pensamento de que o Sr. Chisholm, a quem ele não conhecia pessoalmente, mas apenas através dos hinos sacros que escreveu, estava em grande aperto financeiro. Mas, como poderia fazer chegar a ele qualquer importância em dinheiro? Não sabia nem onde morava!

“Estou certo de que o procurador Jacob Stam sabe do seu endereço”, pensou ele. “Pedirei a ele para levar este dinheiro ao Sr. Chisholm”.

Assim fez, mas a história não termina aqui. Pela primeira vez em sua vida a família Chisholm estava enfrentando uma necessidade desesperadora que, do ponto de vista humano, jamais poderia ser solucionada. Naquela noite, quase como simples crianças, eles levaram aquele problema à presença do Pai celestial, não sabendo, contudo, que o Senhor já havia respondido. Na manhã seguinte o correio trouxe ao casal Chisholm uma única carta, era do Sr. Jacob Stam, e dentro se encontrava a importância de que necessitavam, enviada pelo homem de negócios de Nova Iorque, que jamais conheceram!

Alguém poderia dizer que foi uma coincidência. Mas devemos dizer como disse o Sr. Chisholm: “Foi a fidelidade de Deus!” Pois, numa carta escrita em 1949, ele disse: “Estou próximo dos meus oitenta e três anos de idade, mas a força do alto tem sido sempre suprida, juntamente com o cumprimento da Sua promessa: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades” (Filipenses 4.19). Não somente o suprimento das necessidades, mas as ocasiões desse suprimento, têm assinalado os marcos do Seu cuidado providencial, cada dia, cada momento”.

(Histórico dos hinos, Edgard de Almeida, revista Vigiai e Orai, 47).

25/11/2010

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu na Igreja dos Negligentes e Frios na Fé, dona Reunião de Oração, que já estava enferma desde os primeiros séculos da Era Cristã. Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado. Os médicos atestaram que sua doença foi motiva pela Frieza de Coração, devido à falta de circulação do sangue da Fé. Constataram ainda: dureza de joelhos - não dobravam mais - fraqueza de ânimo, muita falta de boa vontade e de leitura bíblica.

Foi medicada, mas erradamente, pois lhe deram grandes doses de Administração de Empresa, xarope de Reuniões Sociais, injeções de Competições Esportivas, o que provocou intoxicação e má circulação nas amizades, trazendo ainda, os males da carne, como rivalidades e ciúmes, principalmente entre os jovens. Administraram-lhe muitos Acampamentos, comprimidos de Clube de Campo, e até cápsulas de Gincana e Maratona lhe deram para tomar. Resultado: morreu dona Reunião de Oração. A autópsia revelou falta de alimentação do Pão da Vida, carência de Água Viva e ausência de vida espiritual.

Em sua memória, a Igreja dos Negligentes, situada na rua do Mundanismo, nº 666, estará fechada às quartas e quintas, e aos domingos haverá cultos só pela manhã, assim mesmo quando não chover e quando não houver feriados emendando o lazer de sexta e segunda-feira.

Uma pergunta: Será que o irmão não ajudou a matar a dona Reunião de Oração?

(Revista A Seara)

14/11/2010

POUCOS LEÕES

Bill Crowder

Quando minha esposa e eu passeávamos pelo shopping, chegamos a um quiosque de camisetas. Enquanto olhávamos as camisetas e suas frases, muitas vezes engraçadas, reparei numa peça com uma mensagem perturbadora. Estava escrito: “Tantos cristãos, tão poucos leões.” Aquela camiseta fazia referência à prática do primeiro século de jogar cristãos aos leões no Coliseu de Roma, e não tinha graça alguma.

A perseguição não é um assunto divertido. Pouco tempo antes daqueles cristãos corajosos enfrentarem a morte no cruel esporte romano, Paulo escreveu: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3:12). A perseguição é inevitável e deve ser um tema de muita preocupação para todos os cristãos. Na verdade, neste exato momento, irmãos e irmãs em Cristo estão sofrendo em nome de Jesus ao redor do mundo.

O que podemos fazer a respeito disso? Em primeiro lugar, podemos orar para que Deus os console em seus sofrimentos. Em segundo, podemos ajudar as famílias que ficam desamparadas enquanto os seus entes queridos estão encarcerados e em terceiro, podemos orar agora por coragem caso enfrentemos perseguição. Quando o apóstolo Paulo foi preso por sua fé, a coragem dele levou outros a serem mais ousados em seu testemunho (Filipenses 1:14).

Você quer encorajar a igreja perseguida? Ore e proclame a mensagem pela qual os cristãos sofrem.

http://ministeriosrbc.org/

07/11/2010

REFLEXOS

Durante umas curtas férias em uma cabana perto de um rio de água salgada, eu me divertia observando os seus diversos comportamentos. A cada manhã o rio estava calmo – refletindo claramente a margem oposta, onde um solitário pinheiro parecia notável em sua majestade. Com o passar do dia, o vento, o sol e as nuvens afetavam o rio. A brilhante luz do sol dava ao rio um verde ou azul faiscante. Quando as nuvens obscureciam o sol, a água tornava-se ameaçadora, de um cinza escuro. Se começava uma brisa, a superfície do rio se tornava agitada. Os reflexos não eram mais imagens perfeitas.

Quão semelhantes ao rio são as nossas vidas! O riso e a alegria algumas vezes acrescentam brilho à nossa existência. Outras vezes, as nuvens do pesar e da preocupação obscurecem o nosso caminho. As pressões diárias sopram sobre nossas vidas, agitando a ira, o medo e o ressentimento.

Quando separamos algum tempo para estar a sós com Deus, Ele nos dá a calma para o espírito e nos ajuda a agüentar as pressões diárias da existência. Com um espírito calmo podemos refletir a imagem de Cristo.

(Boa Semente)

06/11/2010

O VALOR DA ORAÇÃO

Algumas reflexões

“O missionário João Pedro Kollenda sempre observou seu pai orar ao lado de uma enorme pedra, num bairro de Porto Alegre. Trinta nos mais tarde, Kollenda foi procurar aquele local de oração. Para a sua surpresa, em vez de encontrar ali a tal pedra, encontrou um belo templo de adoração, suntuosamente erigido naquele mesmo lugar”.

“Disse o pregador G. Campbell Morgan: “Somente aqueles que oram em meio dos soluços e suspiros da raça humana, é que oram com poder prevalecente”.

“A principal preocupação do diabo é esta: evitar que os crentes orem. Ele não teme quando estudamos a Palavra, ou quando praticamos uma religião, sem o acompanhamento da oração. Ele se ri de todo esforço, zomba da nossa sabedoria..., mas treme quando oramos”.

“A oração faz com que Deus venha do seu esconderijo para operar maravilhas na terra, realizando, por meio do crente, a Salvação de almas num mundo perdido”.

“Como um vasto mar sem limites, assim é a vontade de Deus em responder ao fraco sussurro do mais débil santo, uma vez que saia de um coração contrito e purificado, e que seja inteiramente apoiado no irresistível nome do Senhor Jesus Cristo”.

“Alguém disse que a oração opera em três direções. Para o alto – orações de culto, louvor, e adoração. Para o lado – orações de combate. Para baixo – orações de intercessão e petição, nas quais pedimos coisas específicas a Deus”, (Ted A. Hegre).

“Queremos entrar no reino da fé confiante e possuir fé criativa. Contudo, para isso, precisamos de desejo – desejo pela coisas autorizadas por Deus e por Ele prometidas em sua Palavra”, (idem).

02/11/2010

OBEDEÇA AO CHAMADO

O Capitão Ray Baker foi um piloto do Comando Aéreo Estratégico durante a guerra do Vietnã. A Força Aérea treinou-o, juntamente com outros pilotos, para sair de suas barracas ao som de uma sirene. Muitas vezes durante o jantar ele tinha que largar tudo e correr para o seu avião, pois tinha sido treinado para reagir ao chamado obedecendo imediatamente. Estava tão bem treinado, que, um dia, quando estava de férias, saiu correndo do restaurante quando ouviu uma sirene.

Quando Jesus chamou Seus primeiros seguidores, eles foram rápidos em responder ao Seu chamado. O chamado para estes pescadores foi repentino. Mesmo assim, “eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram” (Marcos 1:18). O autor deste relato, Marcos, talvez quisesse impressionar seus leitores sobre a autoridade de Jesus. Quando Ele estendeu o chamado, estes homens obedeceram prontamente porque ajudar outros a entrar no reino de Deus era uma aventura mais atraente e gloriosa do que apanhar peixes.

Quando Jesus lança o chamado para segui-Lo, Ele não quer que demoremos. Ele espera obediência imediata quando o assunto é levar aos outros as boas-novas de salvação.

ministeriosrbc.org

29/10/2010

A HUMILDADE DE YANG PEIYI

“A humildade precede a honra", (Provérbios 15.33)

Yang Peiyi. Seu rosto não foi visto por mais de 90 mil pessoas ou por milhões de telespectadores de todo o mundo. As manchetes dos principais jornais chineses do ano de 2008 não estamparam sua foto na primeira página. Sua face gordinha e seus dentes levemente tortos não foram capa das revistas chinesas mais lidas daquele mesmo ano. Na verdade, pouco se sabe sobre ela. Sabemos somente que sua bela voz foi capaz de arrebatar os corações de todos que acompanharam, maravilhados, a abertura dos Jogos Olímpicos, na China.

Yang foi a vencedora de um concurso que escolheria a criança perfeita para cantar na abertura dos Jogos. O conceito de perfeição, entretanto, mostrou-se relativo para os organizadores do evento. No lugar de Yang, uma outra menina, de nove anos, apenas dois anos mais velha que ela, fez sua apresentação. Magistral. Brilhante. Impecável. Porém um único detalhe faria toda a diferença: a voz que todos ouviram não lhe pertencia. Era a voz da pequena Yang.

O “anjo sorridente”, nome que recebeu Lin Miaoke após sua belíssima apresentação, ganhou notoriedade. Lin já possuía certa fama em seu país, por já ter feito alguns comerciais para televisão. Mas quando você ganha um título (e, por sinal, um título lindo como “anjo sorridente), o estrelato acaba sendo inevitável.

Nada de holofotes para a pequena Yang Peiyi. Sem sessões de fotos ou horas sentadas na cadeira do maquiador. Seus cabelos não precisaram de um belo penteado. Suas unhas não foram pintadas, ou sua pele cuidada. Afinal, ela não iria ser o centro das atenções.

Sem luzes, flashes, ou espelhos por toda parte. Yang não queria isso. Yang não fez questão disso. Sua belíssima voz foi capaz de ultrapassar os muros do preconceito e da falsa noção de beleza, discretamente presente no mundo oriental.

Nada de jantares com famosos ou distribuição de autógrafos na escola para Yang.

A propósito, quando perguntada por jornalistas acerca do ocorrido e sobre como estava se sentindo, Yang Peiyi apenas disse que se sentia feliz por ter sido a voz ouvida pela multidão. Em outra ocasião, a pequena Yang disse ao jornal chinês “China Daily” que não estava arrependida de ter emprestado a voz a Lin e que ficara feliz por ter participado da cerimônia.

Você participou, Yang. Muito mais do que imagina.

A pequena Yang nos ensinou uma preciosa lição. A verdadeira beleza está na humildade. Não está simplesmente nos olhos de quem vê, mas na emoção de quem transmite o que é verdadeiramente belo.

Blog do Renato: http://renatocollyer.blogspot.com/
Via: http://olharcristao.blogspot.com/

28/10/2010

IGREJA NÃO É...

(Billy Graham)

A igreja não é o lugar para se promoverem programas, mas professar a fé.
A igreja não deve ser maleável, mas fundada em princípios.
A igreja não é para estar preocupada, mas viver em vigor.
A igreja não é perfeita, mas predestinada.
A igreja não é filosófica, mas pré-determinada.
A igreja não faz pressão ou conspurca, mas pronuncia e protege.
A igreja não espolia os perdidos, mas ora pelos que estão perecendo.
A Igreja não polui a mente, mas provê alimento para a alma.
A igreja não profana a verdade; ela possui a Palavra de Deus.
A igreja não é passiva ou progressiva; ela é purificante e possessiva.
A igreja não deve refletir a cultura pop, mas retratar bons atributos.
A igreja não deve procurar os prazeres, mas buscar a Deus.
A igreja nada deve promover, mas pregar apenas a Cristo.
A igreja não deve ser arrogante, mas principesca – somos filhos do Rei.
A plataforma do púlpito não é um playground, mas um lugar de proclamação.
A igreja não deve refletir o mundo, mas ser um retrato de Jesus Cristo.
A igreja não é uma instituição pública – Cristo a comprou com o seu sangue purificador.
A igreja não trabalha para o seu próprio lucro; ela é possessão inestimável de Cristo.
O púlpito da igreja não é suporte para um político, mas o lugar do pregador.
E, finalmente, a igreja é um lugar para orar por aqueles que não conhecem Cristo e adorar o Salvador por abrir um caminho para a salvação se eles apenas crerem.
Via blog do Pr. Geremias do Couto.

22/10/2010

A XÍCARA DE CHÁ

Havia um casal que costumava fazer compras em belas lojas. Ambos gostavam muito de atiguidades de cerâmicas e entraram numa loja para apreciar um conjunto de chá.

Quando viram uma xícara muito bonita disseram: "Nunca vimos algo tão bonito assim. Podemos ver aquela xícara?"

Quando a vendedora entregou a xícara para o casal, a xícara falou: "Vocês não sabem: Eu não fui sempre uma xícara de chá. Houve uma época em que era vermelha e de pura argila, mas um dia meu mestre me apanhou e me deu repetidas palmadas, até que gritei: "Deixe-me em paz!" Porém, sorrindo respondeu: "Ainda não!" Depois fui em uma roda e fiquei girando, girando...E quando pedia para ele parar, ele repetia: "Ainda não!" E para piorar a situação colocou-me no forno. Eu nunca senti tanto calor, por isso quis saber porque ele queria me queimar, então gritei, bati na porta. Mas, podia vê-lo através de uma abertura e podia ler seus lábios, enquanto balançava a cabeça: "Ainda não!"

Finalmente abriu aporta, colocou-me sobre a prateleira, e quando comecei a me refrescar ele me escovou e me pintou com uma tinta de cheiro horrível. Então gritei: "Pára, pára!" "Mas ele apenas disse: "Ainda não!" E levou-me para o forno mais quente ainda. Então implorei, supliquei, gritei, mas podia vê-lo repetindo a mesma frase: "Ainda não!" Eu começava a perder as esperanças quando ele abriu a porta do forno, me removeu e me colocou na prateleira, e uma hora mais tarde entregou-me um espelho que me causou espanto: Eu estava muito linda!

Depois de todo esse processo o mestre me disse: "Eu sei que lhe feri, que lhe dei palmadas, mas se eu a tivesse deixado no seu canto você teria secado até esfarelar. Todavia eu sei que lhe deixei tonta fazendo girar, mas se eu tivesse parado no meio do processo e não tivesse colocado você no segundo forno você não sobreviveria por muito tempo, pois não teria resistência. No entanto, agora está pronta, e foi transformada no que eu havia planejado.

Deus tem um plano para cada um de nós, e, apesar de algumas vezes não compreendermos os propósitos que Ele tem para nossa vida, devemos crer que somos pessoas abençoadas, pois Ele não permitirá que nossas tribulações durem para sempre.

Apenas aceite que o tempo de nosso Deus não é o nosso tempo porque Ele não dá o refrigério quando nós queremos, todavia no momento certo nos proporciona a vitória, porquanto Deus não tarda nem falha e escreve certo por linhas perfeitamente traçadas.

Se reagirmos com fé durante as tribulações, junto à vitória, chegará também o aperfeiçoamento espiritual, e, consequentemente, a intimidade profunda com Deus.

"Os olhos do Senhor estão sobre os justos; e os seus ouvidos, atentos ao seu clamor", (Salmos 34.15).

Mis. Sandra Moura, via blog http://m-evangelisticas.blogspot.com/

18/10/2010

MAGNANIMIDADE

O grande estadista cristão, W. E. Gladstone, era ministro das Finanças e, um dia, mandou procurar na Tesouraria algumas estatísticas que queria apresentar ao Parlamento. Aconteceu que, ao compilar aquelas estatísticas, o funcionário encarregado fez um erro que prejudicou a situação toda. O erro não foi descoberto senão depois de ter o Sr. Gladstone apresentado as suas propostas num discurso na Câmara dos Deputados. No dia seguinte os jornais imediatamente apontaram o erro e o ministro ficou totalmente envergonhado. Aquilo ficou ridículo perante toda a nação. Ele comunicou-se com a Tesouraria e ordenou que o funcionário fosse imediatamente à sua presença. Este chegou, todo trêmulo de susto, e, esperando pela demissão imediata, começou a apresentar as suas desculpas e a rogar o perdão.

O Sr. Gladstone interrompeu-o, dizendo: "Mandei chamá-lo porque poderia imaginar a tortura dos seus sentimentos. Por muitos anos o senhor tem lidado com as complicações das contas nacionais e tem feito o seu trabalho tão conscienciosamente que este foi o seu primeiro erro. Foi por causa dos seus constantes bons serviços no passado que não cuidei de verificar a estatística. Mandei chamá-lo para felicitá-lo pelo seu serviço durante os anos passados e para tranqüilizar o seu espírito". (F. W. Boreham Transcrito de Biblioteca Evangélica).

12/10/2010

AS CHAVES DO PALÁCIO

(de uma antiga revista da Escola Bíblica Dominical para crianças)

Conta-se que certa vez o rei de um país organizou uma festa com o objetivo de apresentar o jovem príncipe à sociedade, e, naturalmente, para que o príncipe encontrasse a que mais tarde seria sua esposa.

Todas as fidalgas se prepararam para o dia da grande representação. Duas moças, filhas de importantes famílias, combinaram ir juntas, na certeza que uma delas conquistaria a simpatia do príncipe.

Na data marcada uma delas vestiu um caríssimo vestido de brocado e cingiu riquíssima coroa de diamantes. A outra ostentava um modelo rico e vistoso, não havendo nada igual.

Na hora da festa as duas se dirigiram para o palácio, num vistoso carro puxado por quatro cavalos. Atravessaram o bosque, subiram as escadas e tocaram a campainha.

O porteiro perguntou o que desejavam. "Que desejamos? Admirável!", exclamaram elas. "Viemos para a festa! Queremos entrar!" E forçavam a entrada. O porteiro as interrompeu: "Desculpem, se vêm para a festa do príncipe, precisam trazer vestidos limpos". "Vestidos limpos? Então os nossos estão sujos?", diziam, olhando-se. "Amiga, veja...!, disse uma delas observando seu vestido sujo. "Quem me sujou?"

Na verdade os vestidos de ambas estavam sujos, não se sabe como. Uma luz que se projetava do palácio, pela porta principal, fez com que se revelasse através das faces das moças orgulho e ambição.

Nesse momento surgiu uma outra moça, sem aparência alguma, vestindo trajes que não indicavam qualquer aparência. "Quem será?", perguntou uma delas. "Deve ser a filha da cozinheira", respondeu a outra. Era a filha de um pastor de ovelhas, que também fora convidada. Logo que se aproximou, a mesma luz do palácio fez resplandecer o seu vestido como se fosse de finíssimo linho e também simplicidade e pureza de coração. O porteiro, abrindo a porta, convidou-a a entrar. Ficaram de fora as orgulhosas e ambiciosas.

Assim, as chaves que garantem a entrada no Palácio são os corações limpos. Aqueles que se apresentarem com os corações manchados ficarão de fora. Outros trajes e outras chaves não abrem as portas do Palácio do Rei.

03/10/2010

NÃO DESISTA NUNCA!

"Um certo homem faliu nos negócios com 31 anos de idade. Foi derrotado numa eleição para o legislativo, com 32 anos. Faliu outra vez nos negócios aos 34 anos. Superou a morte da noiva aos 35 anos. Teve um colapso nervoso aos 36 anos. Perdeu outra eleição com a idade de 38 anos. Perdeu nas eleições do Congresso aos 43, 46 e 48 anos. Perdeu uma disputa para o Senado com 55 anos. Fracassou na tentativa de tornar-se presidente aos 56 anos. Perdeu uma disputa senatorial aos 58 anos. Aos 60 anos, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos."

Que experiência trágico-cômica, não? Mas aquilo que para muitos serviria como explicação suficiente para uma desistência, tornou-se o combustível de sua luta para superar seus obstáculos. Lincoln não desistiu!

Talvez em sua cabeça ele tenha trabalhado algo como tentativa em vez de fracasso. Seus sucessivos insucessos forjaram seu caráter e permearam uma visão diferenciada dos acontecimentos da vida. Aquilo que os historiadores chamaram de fracasso, Lincoln pode ter bem alcunhado como "mais uma tentativa". E as tentativas sempre nos ensinam poderosas lições.

O importante é que ele se manteve fiel ao seu sonho, a sua vocação. Sempre vale a pena lutar pelos nossos ideais mais apaixonantes! Sempre acharemos força para continuar quando o que está a nossa frente é algo de extremo valor para nós! Sempre venceremos o desânimo e o cansaço, o vento da síndrome do "não posso", quando focarmos nosso olhar para a nossa motivação e não para as circunstâncias adversas que por vezes nos cercam. Lembre-se que conquanto situações embaraçosas e inusitadas se apresentem a nós constantemente, tentanto tirar o nosso fôlego, o "poder do direcionamento do pescoço" ainda pertence a nós. Em vez de olhar para o problema, focalize (direcione seu pescoço) para sua motivação, seu sonho.

Por fim, lembre-se que a perseverança é a virtude que permite que ingressemos na história e que a façamo-la. Porque Lincoln não desistiu, antes perseverou na realização de seu sonho, ele se tornou um dos maiores presidentes dos EUA. Seja o que for que esteja desmotivando voce nesse momento, olhe para o exemplo de Lincoln e não desista!

"Confia no Senhor e os teus planos serão estabelecidos".

Sérgio Dusilek.

30/09/2010

BEN-HUR, A CONVERSÃO DE UM ATEU

Com certeza, todos conhecem o famoso livro “Ben-Hur” que o cinema, rádio e televisão têm divulgado por quase todo o mundo. O que talvez ignore são as circunstâncias em que a referida obra foi escrita e o motivo que levou o autor, Lewis Wallace, a fazê-lo. Um amigo pessoal do autor escreveu o que segue.

Acabei eu de terminar a leitura de “Ben-Hur” (o livro estava ainda sobre a mesa) quando o autor, Lewis Wallace, entrou em minha casa. “A leitura desse livro fez-me muito bem”, disse eu; “tenciono lê-lo mais vezes”.

Wallace demonstrou certa satisfação com o meu entusiasmo, e eu lembrei-me de lhe perguntar quem o inspirara a escrever um livro tão empolgante. Após alguns instantes de reflexão respondeu-me: “Já que estás interessado em saber, vou relatar-te como foi”. Ajeitando-se melhor à cadeira, disse o seguinte: Eu era conhecido como um ateu inveterado, tendo renegado completamente o Cristianismo. Robert Ingersol (conhecido ateu muito ativo em espalhar a doutrina do ateísmo) era um dos meus amigos íntimos. Acabara de pedir a minha demissão de governador do Estado de Arizona, e dirigi-me para o leste do país em sua companhia. O trem aproximava-se da cidade St. Louis, e observamos grande número de igrejas com as respectivas torres. “Não é estranho”, exclamou Ingersol, “que pessoas inteligentes e de projeção continuem a acreditar nas doutrinas insensatas que se ensinam nas igrejas? Quando compreenderão que os ensinamentos da Bíblia não passam de mitos?”

Continuamos a discorrer durante algum tempo sobre o assunto. Repentinamente Ingersol disse-me: “Wallace, tu és um erudito e um pensador; por que não reúne documentos para escrever um livro que prove a falsidade das doutrinas de Jesus Cristo, bem como o erro de crer que semelhante personagem tenha existido? Uma tal obra te asseguraria fama mundial. Seria uma obra-prima e o único meio de pôr fim a esta quimera e a tudo o que diz respeito ao suposto Cristo e Salvador do mundo”. A proposta insistente de Ingersol causou profunda impressão no meu espírito, e pusemo-nos a discutir sobre o alcance de um livro dessa natureza. Ao separar-nos assegurei ao meu amigo que iniciaria, imediatamente, os preparativos para escrever uma obra que seria o meu melhor livro e a coroação dos meus esforços como escritor.

Cheguei a Indianópolis, onde morava, e contei o meu novo projeto à minha mulher. Ela era membro da Igreja Metodista, e como é natural, a minha resolução entristeceu-a profundamente. Eu estava decidido a cumprir o que prometera, e comecei a juntar todos os documentos que encontrei nas melhores bibliotecas da América e Europa. Recolhi todos os dados que me foi possível e os documentos que pudessem esclarecer os fatos da época em que Jesus viveu.

Vários anos se passaram assim, e quando tinha entre as mãos todos os elementos necessários, principiei a escrever o trabalho. Estava no quarto capítulo quando a convicção de que Jesus Cristo era uma personalidade tão real como Sócrates, Platão, Júlio César e outros homens da Antigüidade. Esta convicção se tornou em certeza. Eu tive de reconhecer que Jesus Cristo viveu na terra e os fatos históricos desse período não faziam senão corroborar a minha certeza.

Sentia-me numa posição falsa. Com efeito, não principiara eu a escrever um livro cujo único fim era demonstrar que Jesus jamais existira? E agora, diante dos fatos, era forçado a reconhecer que a Sua existência terrena fora tão real como Júlio César, Marco Antônio, Virgílio ou Dante. Uma outra pergunta começava a atormentar-me: “Se Jesus tinha de fato vivido (e não podia haver dúvidas a esse respeito), não seria Ele também o Filho de Deus e o Salvador do mundo?” Essa convicção tornou-se pouco a pouco uma realidade na minha alma e eu cri firmemente que Jesus era não só uma pessoa viva, como também o que Ele próprio declarara: o Filho de Deus.

Certa noite ficou inesquecível na minha vida, caí de joelhos e, pela primeira vez na vida, pedia a Deus que se revelasse a mim, perdoasse os meus pecados e me ajudasse a tornar um dos seus fiéis servidores. Pela manhã fez-se luz no meu espírito. Entrei no quarto da minha mulher, acordei-a e anunciei-lhe que recebera Jesus como meu Salvador. Quando ela ouviu o que lhe disse, o seu rosto se iluminou de alegria. Ela exclamou: “Ó, Lewis, desde o dia em que me comunicaste a intenção de escrever tal livro, não cessei de orar para que Deus te revelasse a verdade”.

Ajoelhamo-nos junto do leito àquela hora matinal e agradecemos a Deus pela Sua misericórdia e pelo caminho maravilhoso por onde me tinha conduzido. Não creio que possa existir alegria maior no céu do que a que experimentamos naquela manhã quando nos sentimos unidos na comunhão de Cristo.

Perguntei em seguida à minha mulher: “Que farei agora a todos estes documentos que reuni com tanto esforço, sacrifício e à custa de tanto dinheiro?” Ela respondeu: “Escreve de novo os quatro capítulos e prossegue até acabares o livro, demonstrando ao mundo que, após as tuas buscas e experiência pessoal concluíste que Jesus Cristo é de fato o que Ele asseverou ser: o Filho de Deus, o Salvador do mundo!”

(Revista Novas de Alegria, Portugal).

21/09/2010

O PIQUENIQUE DAS TARTARUGAS

Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos para prepararem seu passeio.

Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e no segundo ano da viagem encontraram um lugar ideal que em seis meses ficou preparado para o piquenique.

Porém, descobriram que tinham esquecido o sal; e um piquenique sem sal seria um desastre. Após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar a casa e pegar o sal, pois era mais rápida. A pequena tartaruga lamentou, esperneou e chorou. "Concordo em ir", disse a pequena tartaruga, "mas com uma condição: Que ninguém coma até que eu retorne." A família consentiu e a tartaruguinha saiu.

Três anos se passaram e a tartaruga não tinha retornado. Cinco anos... Seis anos... Então, no sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha não aguentou mais conter a fome e anunciou que ia comer; e começou a desembrulhar um sanduíche.

De repente, a pequena tartaruga sai de trás de uma árvore e grita: "Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal".

Algumas vezes esperamos que os outros correspondam nossas expectativas e deixamos de agir corretamente, de praticar a justiça. Jesus nos ensinou a sermos justos sem esperar recompensas ou alguma gratidão para nossos atos.

Por isso, devemos pedir a Deus para colocar em nossos corações um amor incondicional que guie nossos passos em direção a atitudes justas para com os outros, atitudes de quem ama com desprendimento, atitudes de quem só espera como recompensa o prazer de poder contemplar a satisfação e a alegria daquele que, de alguma maneira, pudermos auxiliar.

"O caminho do ímpio é abominável ao Senhor, mas ao que segue a justiça Ele ama." (Provérbios 15.9)

(Extraído)

via blog Mensagens Evangelísticas
Missionária Sandra de Moura Ferreira

17/09/2010

A RESPOSTA QUE VEIO PELO ANJO

Na cidade de Newberg, Estado de Oregon, Estados Unidos, numa certa manhã, as 10 horas, apareceu em nosso lar uma senhora muito simpática. Ela tocou a campainha e eu me esforcei para lhe abrir a porta. A única coisa que aquela senhora falou foi a palavra “oração”. Sendo meu esposo um pregador da Palavra, julguei que a estranha havia chegado para pedir uma oração. Meu marido, naqueles dias, estava dirigindo cultos de evangelização em outra cidade bem distante. Mesmo fraca como estava, convidei-a para entrar e logo depois coloquei-me de joelhos ao lado do sofá. A visitante tirou a sua capa de chuva e ajeitou os seus cabelos. Então comecei a perguntar como ela estava e como se sentia, calculando que viera a mim para ser socorrida.

Em meio à conversa ela então revelou que não viera para receber oração; mas disse: “O Pai me enviou não para ser socorrida, mas Ele me enviou para ministrar a você, minha filha. Ele me mandou para cá por causa do aperto que você está passando neste momento. Você pediu a ajuda a Ele nesta hora de necessidade. Você clamou de todo o coração e com muita fé”.

Foi a hora quando ela me pegou nos braços e me colocou no sofá. Com muito carinho ela me cobriu com um cobertor e ainda me disse: “Quando você clamou ao Pai celestial nas horas da noite, seu Pai celestial ouviu o seu clamor”.

Aquela senhora pediu o uso do banheiro para ajeitar a capa de chuva e os cabelos, porque chovia. Como era linda! Foi a última coisa que me lembrei; eu que muito doente, não conseguia dormir várias noites. Só Deus sabia como eu precisava desse descanso.

Havíamos pastoreado em vários Estados e recentemente chegamos ao Estado de Oregon, onde nasci. O pastor da Assembléia de Deus em Newberg pedira a minha cooperação na Escola Dominical, com a mocidade, bem como a visitação nos lares. Meu marido dedicava-se a cultos de avivamentos em várias igrejas. Desta vez, quando ele saiu, hesitou muito, sendo que o nosso oitavo filho era ainda muito novo e eu ainda não tinha recuperado as minhas forças totalmente. Mas eu lhe assegurei que não havia problemas e que ele poderia viajar e não haveria nada de anormal. As outras crianças me ajudariam também.

Naquela segunda-feira eu não dormira nada. Já era hora de todos estarem se movimentando. Assim nos apressamos para o café da manhã e ainda tivemos tempo para o culto doméstico. Os filhos mais velhos geralmente lavavam a louça. Mas nessa manhã deixei-os sair correndo, devido a falta de tempo. Minha filha queria ficar para me ajudar, mas achei melhor ela não faltar a aula. Resolvemos que depois das aulas todos me ajudariam.

Quando a porta fechou com a saída do último filho, eu estava exausta ao extremo. Na cozinha havia um monte de louças para lavar. Foi nesse momento que chegou aquela senhora para me visitar. Tão cansada estava eu que recostei no sofá, esperando refazer as forças para poder dar banho nas crianças menores.

Só acordei três horas mais tarde. Achei a casa em perfeita ordem. Todos os brinquedos estavam em seus devidos lugares. Tudo estava em perfeita ordem e o chão limpinho. A mesa fora posta e arrumada, coberta com toalha; o serviço também completo, louças, garfos, facas, colheres etc. havia lugares para treze pessoas, incluindo a cadeira para a minha filha de um ano e quatro meses.

A cozinha estava em perfeita ordem. Aquele monte de louça suja estava lavado e enxugado. O assoalho tinha sido lavado. O bebê estava limpinho, sentado, quietinho numa cadeira e brincando com uma colher. Lá estava um bolo feito na hora e um prato de saladas e outras coisas para comer.

Certos detalhes me deixara perplexa, por exemplo, o fato de que a visitante havia lavado toda a roupa limpa e acumulada do bebê e dos demais, incluindo a roupa de cama. Tudo foi trocado no sábado, lavado, enxugado, passado a ferro e posto no seu devido lugar. No momento a visitante estava guardando a tábua de passar roupa. A máquina de lavar não tinha capacidade de lavar tanta roupa em três horas e estava chovendo. Foi um mistério de como ela conseguiu enxugar essa roupa em tão pouco tempo. De modo geral eu levava dois dias para conseguir tanto. As vezes os meninos tinham de me ajudar.

Eu expressei meus agradecimentos e minha admiração pelo que fora feito em minha casa, dizendo-lhe: “Mas como podia fazer em tão pouco tempo?” Ela respondeu que foi pelo poder de Deus. Perguntei onde morava e onde passou a noite. Procurei saber também quem era ela. Mas as respostas eram todas estranhas.

Por fim lhe perguntei: “E por que preparou toda esta comida? E por que estava posta a mesa na sala de jantar quando normalmente ocupávamos apenas a mesa da cozinha? Também a família não era numerosa”. Sua resposta foi que receberíamos outros visitantes em breve. Que surpresa para mim! Seriam treze pessoas para comer. Durante algum tempo conversamos na cozinha. Lembro-me da sensação estranha e diferente que senti enquanto ela ministrou as coisas da fé em Deus.

Quando as crianças voltaram da escola, cada uma observava a visitante e depois chegavam para perto de mim. Percebi que estavam perplexas. As menores perguntavam: “Quem é ela, mamãe? Ela é diferente... Que aspecto diferente, mamãe!”

Antes eu havia perguntado o seu nome para dizer à família. Ela respondeu: “Diga somente que sou filha de Deus, que aqui chegou em resposta à sua oração”. Informei às crianças: “Meus filhos, esta senhora é uma senhora maravilhosa que Deus mandou para me ajudar hoje. Vocês sabem que a mamãe orou a Deus pedindo socorro, e Deus me mandou esta amiga tão maravilhosa, que tanto me ajudou”.

Quando meu marido voltou inesperadamente pouco depois das crianças, ele trouxe consigo mais cinco pessoas. Alguém tinha falecido na igreja onde ele estava pregando e a série de cultos foi temporariamente cancelada. Meu esposo havia deixado o automóvel comigo. Desta forma ele trouxe o pastor, sua esposa, sua filha e mais um casal para casa.

A minha visitante preparava-se para ir embora, quando o meu marido, o pastor Triplett, chegou na cozinha. Apresentei a visitante a ele. Ele respondeu: “Como é maravilhoso! É Jesus que assim faz”.

As cinco horas estávamos todos sentados à mesa na sala maior. Éramos ao todo ali treze pessoas! A nossa visitante, nisto, desapareceu. Olhando na cozinha descobrimos que todas as louças já estavam lavadas.

Em meu estado debilitado, que teria feito sem a ajuda dessa visitante misteriosa? Eu teria passado vergonha e meu marido também. Os visitantes teriam se sentido mal. Para preparar o lanche, não tinha forças. Sabíamos que essa visitante não podia ser uma pessoa humana, pois tanto trabalho fez em tão pouco tempo. Motivados pela curiosidade para sabermos quem era ela, perguntamos aos amigos e vizinhos. Fomos à polícia de nossa cidade. Ninguém soube nos informar. Ninguém tinha visto essa tal pessoa estranha. A única explicação que nos pareceu favorável era esta: que ela era um anjo enviado por Deus, como lemos em Hb 1.14: “Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”

Sempre que falo nesta experiência, me faz chorar pensando na misericórdia e bondade de Deus que na hora da minha agonia enviou o seu socorro na hora exata. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os teus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!”

Este testemunho foi escrito pela irmã Gladys Triplett, mãe do Reverendo Loren Triplett, Estados Unidos.

(Mensageiro da Paz)

10/09/2010

A MENSAGEM NÃO ENTREGUE

Há muitos anos atrás um rapaz escreveu uma carta a uma jovem propondo-lhe casamento. Ele deixou bem claro que a falta da resposta dela seria considerada como uma recusa ao seu pedido. Ela escreveu imediatamente, ansiosa por aceitá-lo, mas como o dia estava muito chuvoso, o irmão dela ofereceu-se para levar a carta ao correio.

Depois disto ela nunca mais viu o seu amado. Mais tarde ela soube que ele havia se casado com outra pessoa. Vinte e cinco anos se passaram e a família mudou-se para outra casa. Durante a mudança foi encontrado um casaco do irmão daquela jovem. Ao serem examinados os bolsos foi encontrada uma carta – amarela e amarrotada! Ela nunca chegou às mãos do homem a quem ela amava. Oh, tragédia da mensagem que não foi entregue!

Deus também tem dado a cada um de nós uma Carta de Amor para ser entregue a alguém muito especial!, esteja perto ou distante. É a Palavra de Deus. Estamos entregando-a a quem interessa? Que sejamos semeadores dessa santa Semente! Ela vai frutificar para a felicidade de alguém!

(anônimo)

08/09/2010

UM PAR DE SANDÁLIAS USADAS

No dia 13 de agosto de 1727, Deus derramou um profundo avivamento sobre um grupo de checos refugiados, na Saxônia, atual Alemanha, chamado de Morávios. Com o Conde Nikolaus Zinzendorf (retrato) à frente daquela comunidade que vivia no vilarejo de Hernhut, nasceu ali uma obra missionária sem precedentes desde os primeiros séculos. Dali, saíram centenas de crentes apaixonados por Jesus. Foram enviados para a Espanha, Itália, África do Sul, São Tomé e Príncipe e até para o Brasil, além de tantas outras regioes. Impactaram sociedades, plantaram igrejas e certamente fizeram muito mais do que a história conseguiu registrar.

Já no fim desse movimento missionário, Zinzendorf se sentiu desafiado a enviar um missionário para alcançar os esquimós no Alasca. Ele relatou que certa noite sonhou com Jesus, e que nesse sonho o Senhor o instruía a enviar o oleiro. O oleiro era um homem de meia-idade, crente no Senhor Jesus, mas de personalidade pacata e que não demonstrava capacidade de liderança até então.

Zinzendorf o chamou e lhe expôs seu sonho e sua preocupação com os esquimós. Antes que o oleiro se manifestasse, o conde acrescentou que, se aquele desafio fosse aceito por ele, infelizmente ele não poderia contar com uma equipe para acompanhá-lo, pois não dispunha de outros missionários. Não haveria também meios de sustentá-lo financeiramente, pois tinha usado todos os recursos para o sustento de outros obreiros. Por fim, cria que talvez nem voltasse, já que o Alasca no século XVIII certamente era uma das regiões mais isoladas e inacessíveis do planeta. Em outras palavras, ele deveria ir só, sem sustento e sem a garantia de voltar. Sem dúvida, esse foi um convite missionário desprovido de atrativos.

Aquele oleiro permaneceu em oração por dois minutos e, por fim, levantou o rosto e respondeu: “Se o senhor conseguir me dar um par de sandálias usadas, amanhã cedo eu partirei”. O conde lhe deu as sandálias.

A história não relata, mas aquele homem certamente não possuía calçados.

No outro dia, Zinzendorf foi à casa dele procurá-lo. Mas chegou tarde, o oleiro já havia partido logo bem cedo, para jamais voltar.

Hoje, de todos os esquimós da Terra, mais de 50% são convertidos ao Senhor Jesus. Isso porque um homem, do qual nem sequer sabemos o nome, pediu apenas um par de sandálias usadas para seguir a Jesus e espalhar o evangelho até o distante Alasca.

Missões: o desafio continua.

03/09/2010

PAI, TÔ COM FOME

(por e-mail, 24 de Novembro de 2009)

Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!

O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência.

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente.

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar.

Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo.

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua.

Para Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá.

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada.

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de dois anos de desemprego, humilhações e necessidades.

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer.

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho.

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas.

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório.

Agenor conta então que há mais de dois anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos biscates aqui e acolá, mas que há dois meses não recebia nada.

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos quinze dias.

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho.

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem, sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso.

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores.

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho.

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando.

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa.

E, ele não se enganou. Durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar.

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta.

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula.

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro.

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o antigo funcionário tão elegante em seu primeiro terno.

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço.

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um.

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido.

Ricardinho, o filho, mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho: 'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!'

27/08/2010

DISCURSO DE UM BÊBADO

Um vagabundo entrou num bar e pediu uma bebida. No momento em que a estava tomando, um jovem, dentre os presentes ali, lhe disse:

- Pare! Faça um discurso. Bebida que não solta a língua do homem é uma bebida muito fraca.

O bêbado tomou apressadamente a bebida, e, quando ela "esquentou" o seu sangue, se dirigiu aos presentes, erguendo-se com uma graça e dignidade que fizeram um contraste distinto com a sua sujeira e seus farrapos.

- Cavalheiros, eu lhes digo o seguinte: ao contemplá-los esta noite, parece-me contemplar os dias de minha juventude. Este rosto enrugado que vêem era, numa época, tão limpo e são como o seu. Este corpo vacilante e tremente, em outro tempo, foi tão imponente como o seu. Eu tinha também amigos e posição. Tive uma esposa tão bela como a sonhada por um artista, mas joguei fora a inapreciável pérola de sua honra e de seu respeito por um copo de vinho e, como Cleópatra, ao vê-la dissolver-se, a traguei com a transbordante bebida. Tive filhos tão puros e belos como as flores da primavera; mas os vi murchar e morrer sob a candente maldição de um pai bêbado. Tive um lugar onde o amor acendia a chama sobre o altar e oficiava defronte dele, mas eu apaguei esse fogo santo e, em seu lugar, deixei trevas e desolação. Tive ambições e aspirações que eram tão altas como a estrela da manhã, mas as afastei, por não me lembrar mais delas. Hoje, sou um esposo sem esposa, um pai sem filhos, um vagante sem lugar certo, um homem com todas as suas aspirações e seus impulsos mortos.

Aí, o vagabundo parou de falar. De suas mãos caiu o copo e, ao bater contra o solo, quebrou-se em pedaços. Quando o grupo de pessoas levantou os olhos, o vagabundo havia desaparecido.

(A Bíblia no Brasil)

24/08/2010

O COCHICHO DE DEUS

O jovem tinha perdido o emprego e estava meio perdido. Ficou sabendo de um velho senhor dito como muito sábio por suas palavras sempre conscientes. Então resolveu encontrar-se com o velho senhor.

Ao encontrá-lo, o jovem cerrou os punhos e disse em alta voz:

- Implorei à Deus para que dissesse algo para me ajudar. Diga-me, por que Deus não me responde?

O velho senhor sentou-se calmamente à sombra de uma árvore próxima e falou algo em resposta - algo tão silencioso que era inaudível. O rapaz se aproximou um pouco mais e perguntou, em voz normal:

- O que foi que o senhor disse?

O velho senhor repetiu, mas novamente num tom muito baixo, como um cochicho. Então o rapaz chegou ainda mais perto e se inclinou em direção ao senhor.

- Me desculpe, ele disse calmamente. Eu ainda não consegui escutar.

Com suas cabeças muito próximas, o velho e sábio senhor falou mais uma vez:

- Deus, às vezes, cochicha, então precisaremos estar bem perto dele para ouvi-lo.

Desta vez o rapaz escutou e entendeu.

Todos queremos a voz de Deus como um trovão pelo ar como resposta aos nossos problemas. Mas a voz de Deus, na maioria das vezes, vem-nos baixinha... um suave cochicho. Se eu estiver próximo Dele o suficiente, eu escutarei, entenderei e encontrarei minha resposta. E melhor ainda, me acharei perto de Deus.

(anônimo)

20/08/2010

PRECIOSA? SIM, E MUITO!

Ivan Espíndola de Ávila

Quem sobe o grande Rio Amazonas, a última cidade que encontra no Pará chama-se Juruti. É povoado modesto, que vai florescendo heroicamente, no meio das adversidades próprias da região.

O "Luz na Amazônia", barco que a Sociedade Bíblica do Brasil mantém com invulgar altruísmo, já alcançou, algumas vezes, em esforços de colportagem, a cidade de Juruti. Ali a preciosa semeadura foi realizada, para a glória de Deus.

Certa vez o barco estava atracado perto daquela cidade, quando uma adolescente desconhecida procurou os obreiros que ali atuavam. Aquela jovem não era crente, mas desejava, ansiosamente, possuir uma Bíblia. Ela era muito pobre. Órfã, vivia com parentes, que a abrigavam. E sua grande satisfação era ouvir, às escondidas, os hinos que os crentes cantavam, e os quais não podia esquecer. Sabedora, agora, de que o barco bíblico estava na cidade ribeirinha, a jovem resolveu tornar real seu grande e antigo sonho. Lembra-se de um anel de ouro, jóia que lhe era preciosíssima, pois era a única lembrança deixada por seus pais. E arquitetou um plano: venderia seu único tesouro, e compraria uma Bíblia.

E, sem perder tempo, a adolescente percorre a vizinhança oferecendo o anel de ouro, sua herança, sua fortuna. Consegue quem lhe dê Cr$ 2,00 pela jóia, que valeria tanto, tanto mais... Mas não havia tempo a perder... O barco ia zarpar no dia seguinte...

Agora, de posse dos Cr$ 2,00, ela bate às portas do "Luz na Amazônia". Consegue a Bíblia sonhada. Recebe o livro com olhos cheios de emoção, com a alma em incontida alegria. Aperta a Palavra de Deus de encontro ao coração. Depois beija o volume. E volta para sua casa. Não era mais dona do anel de ouro, única herança que seus pais lhe legaram, mas agora, ó alegria!, a Bíblia era sua! Uma era riqueza da terra: passaria. A outra era riqueza divina: permaneceria para sempre. Jamais lhe seria arrebatada...

Evocando a figura humilde e frágil da pequenina de Juruti, ressaltamos seu grande amor pela Palavra de Deus. Seu testemunho é lição que precisa ser divulgada e encarecida, com seriedade e homenagem, hoje.

Porque muitos esqueceram o verdadeiro sentido das Escrituras, e permanecem em trevas. Porque muitos perderam o amor pela Palavra de Deus, e não a buscam. Porque muitos não estão considerando, como deveriam, a revelação divina, e não seguem seus ensinos, e não ouvem a voz de Deus.

Para a jovem pobrezinha de Juruti, para milhares e milhões, hoje, no Brasil e no mundo, tempos novos, de valores novos, são chegados. Sim. E o tempo referido pelo profeta, de fome e de sede. Mas não fome de pão, nem sede de água materialmente concebidos. Mas fome e sede de ouvir a Palavra de Deus!

(Revista A Seara, Nº 102 – Setembro de 1972)

17/08/2010

UM PREGO NA LATA DE FEIJÃO

"Lembro-me de uma história antiga, que ouvi quando criança, de um missionário na África. Ele tentava explicar a uma tribo a morte de Jesus na cruz. O povo não encontrou nenhum problema para entender uma cruz feita de madeira. Mas o conceito de cravos de aço que causassem sofrimento terrível lhe era totalmente estranho, pois aquelas pessoas nunca tinham visto nada assim. Desesperado, o missionário pediu a Deus que resolvesse o impasse, dando um jeito de lhe fornecer um cravo. Não demorou muito e chegou um pacote, enviado alguns meses antes pela igreja dele no exterior. Dentro do embrulho, entre os demais itens, havia uma lata de feijão doce. Para o espanto dele, quando abriu a lata para utilizar o alimento, encontrou no meio do feijão um prego, posto ali, ninguém sabe como. Agradeceu a Deus a resposta da sua oração, pegou o prego e deixou cada um deles experimentar a dor que sentiriam ao tentar furar a mão. Depois, era só imaginar um cravo dez vezes maior. O Pai Celeste, vendo a necessidade de seu filho para comunicar o evangelho a um povo primitivo, proveu uma resposta antes mesmo de receber o pedido".
(Mensagem da Cruz)

paginasmissionarias.blogspot.com

13/08/2010

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O AMENDOIM?

Em 1943, ao morrer, Carver (George Washington Carver) ainda realizava experiências com o amendoim, conseguindo extrair dessa planta mais de 300 substâncias diferentes.

Certo dia ele foi chamado para dar informações sobre suas pesquisas no Senado norte-americano.

“Eu aprendi tudo num velho livro”, disse ele.

“Que livro?”, respondeu o Presidente da Comissão.

“A Bíblia”, disse Carver.

“Mas o que a Bíblia diz sobre o amendoim?”

“Senhor senador, nada”, respondeu ele. “Mas a Bíblia fala sobre o Deus que fez o amendoim. Pedia a Ele para me mostrar o que fazer com o amendoim e Ele mostrou-me!”

10/08/2010

TEMOS SEDE

A água que temos em nosso organismo possui uma enorme quantidade de sódio dissolvido. Quando perdemos líquido pela urina, pelo suor ou ainda na forma de vapor, pela respiração, aumenta a concentração desse mineral no sangue. O cérebro, ao notar o excesso de sódio, estimula a produção de certos hormônios pela glândula hipófise, que desencadeiam a inconfundível e desagradável sensação de sede.

A falta da água desencadeia a sede. Precisamos desse precioso líquido que a natureza oferece gratuitamente. Porém, muitas vezes a usamos mal.

A Água Espiritual

A água possui uma simbologia muito preciosa. Fala do suprimento de Deus para a alma humana. Fala da Palavra de Deus, fala do Espírito Santo.

Aquele que disse “Tenho sede” (Jo 19.28) é o mesmo que disse: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios d’água viva correrão do seu ventre” (Jo 7.37,38).

“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida”, Ap 22.17.

Desde que o homem caiu da graça de Deus, suas necessidades se multiplicaram. Abalou-se a estrutura de sua alma e as deficiências espirituais surgiram destruidoras: fome e sede espirituais. O Criador não fez o homem para ter problemas. Fê-lo para viver em paz, em descanso, em esperança.

Só Deus pode dessedentar e saciar o espírito do homem, pelo fato de, o homem, estar vivendo uma vida muito longe dos bons propósitos do Senhor.

(de um folheto do CEVIDE)

06/08/2010

PARA PENSAR

1. "Deus conserta um coração partido se lhe entregamos os pedaços."
2. "Não te envergonhes de confessar os teus erros; provarás, assim, que és mais sensato do que eras ontem, e que deseja aperfeiçoar-te."
3. "Nunca separarei meus ideais da minha conduta."
4. "Quando você encontrar trevas diante de si não esbraveje contra elas, ao contrário, procure acender uma luz" (Autor desconhecido).
5. "Os seres celestiais entendem o significado da cruz, mas nós, seres humanos, achamos ela fraca e sem sentido". Elielson Santos.
6. "Não fira a sensibilidade alheia, porque você sabe como sofre, quando fazem isto com você. Procure compreender os outros!" (Pingos de Ouro).
7. "Não devemos preferir as más companhias, pois somos mais inclinados a contrair os vícios que as virtudes." (Pingos de Ouro).
8. "Aquele que pode reprimir um momento de raiva, pode evitar um dia de aborrecimentos." (Pingos de Ouro).
9. "Nenhum vício contribui mais para enfraquecer o cristão que o mau gênio." (Pingos de Ouro).
10. "Não espere nem exija dos outros senão a quinta parte do que serias capaz de fazer por eles." (Pingos de Ouro).
14. "Quanto mais próximos de Deus estivermos, menos arrogantes seremos." (Renato Vargens).
15. "Nunca deixe de acreditar na pessoa mais importante que existe: VOCÊ!"
16. "Se quer ter amigos, seja amigo. Se quer que as pessoas se interessem por você, mostre interesse por elas" (Jim Mathis).
17. "Quem quiser ser rico não aumente na riqueza, mas diminua na cobiça. Não é pobre o que tem pouco, mas o que deseja ter muito" (Pingos de Ouro).
18. "Todos nós estamos sujeitos à calunia, mas saiba superá-la, vivendo de tal modo que o caluniador não tenha razão." (Pingos de Ouro).
19. "Uma das causas que abreviam os anos de existência da pessoa é o defeito moral de dar mostras de superioridade". Elielson Santos.
20. "A beleza desacompanhada da virtude assemelha-se a uma flor sem perfume." (Pingos de Ouro).

Pensamentos colecionados pelo Pr. Eude Martins.

03/08/2010

AQUI HÁ DE TE TRAZER O TEU FILHO

Diz uma tradição que, em tempos remotos, os filhos, quando já não queriam suportar os seus progenitores, por causa da velhice ou das enfermidades, levavam-nos para uma montanha distante e ali os abandonavam à sua sorte, isto é, a uma morte lenta e cruel. Mas um dia um velho pai perguntou ao filho, que o carregava:

- Ainda falta muito, meu filho?

- É aqui mesmo!, respondeu o jovem, rudemente.

- Oh não!, exclamou o velho. Aqui não! Leva-me para aquela montanha, porque aqui deixei o teu avô, e aqui há de te trazer o teu filho, um dia....

Há duas maneiras de terminar esta história. Primeira: O filho soltou uma gargalhada selvática, arrojou o velho pai ao chão, e foi-se... Ou então: O filho reconsiderou, voltou para casa com o pai às costas e cuidou dele até à morte.